Foto.

Esta foto saiu mais barata e mais bonita do que todas do meu álbum de formatura, pensa em um fotógrafo bem posicionado.

Sem novidades pessoal, acho que dia 29 o 74 vai pras ruas.

Por 3 dias eu não precisava pagar esta multa pqp.

Abraços,
Otávio F. M. Bussmann.

*Acertei até no horário da postagem.

Dodge Super Bee 1970.

Caros amigos Dodgeiros,
ontem após escrever aquele monte de “encheções de linguiça” recebi um e-mail que me deixou muitíssimo contente.
Meu padrinho Antônio adquiriu um Dodge Coronet Super Bee 1970 que está embarcando daqui 15 dias para o Brasil.

No post anterior troquei o nome do carro do Mauro que é Road Runner por Super Bee e aqui está a a explicação uahuahuahuahuahuaua.

Não tenho muitas palavras pois isto é um sonho para mim.

Um grande abraço,
Otávio F. M. Bussmann.

Arquivos de dispositivos móveis.

Boa tarde pessoal,
há uns 6 meses eu tinha 3 celulares pré-pagos, nenhum deles eu comprei, todos “doados” por familiares, nenhum funcionava direito e muito menos tiravam fotos. Adquiri um telefone com uma câmera boa e após pensar em como fazer esse post eu percebi que foi uma excelente aquisição. Não tenho muitas palavras para escrever, apenas algumas imagens que ao longo destas 3 semanas sem atualização capturei por ai.
Estava em Curitiba onde faço minha especialização em Odontopediatria/Saúde Coletiva e indo até a universidade vi de longe um automóvel com uma cor de “vão de cerca” e grande em cima de um guincho, eu acredito que as curvas dos dodges devem ficar memorizadas em algum canto do cérebro pois a rapidez em que diagnostiquei o veículo foi impressionante, tive que acelerar e costurar o trânsito para chegar até o guincho. Ao me aproximar eu já acreditava que seria um Charger R/t 79 pela cor e pela pintura de outro tom entre as lanternas, quando cheguei ao lado vi as escritas totalmente fora dos padrões originais mas que por algum motivo foram colocadas, então eu tenho quase certeza de que era um Charger R/t 1979 a caminho de alguma residência ou oficina, pela placa veio de longe Sertanópolis-PR, isso é coisa de algum Dodgeiro com propensão à garimpo.

Sexta-feira sai da aula e liguei direto para o Andrey, mecânico que está fazendo o R/t 74, infelizmente não estava na oficina então mudei a rota para a oficina do Finho, onde tinha certeza de que algumas preciosidades iria encontrar, pude ter algumas horas de conversa e tirar mais fotos da Plymouth (a mesma de um post antigo (http://moparbussmann.blogspot.com/2011/09/1955-plymouth-belvedere.html), vi também 2 outros Hot’s, Magnum 1979, R/t 1978 Vermelho Verona, Dodge Dart GS 1974 Azul, Dodge Dart 1973 e um Le Baron que eu não sei o ano.

No sábado fui até a praça de Espanha, chegando avistei um Dodge Dart 1975 que eu acreditava ser do Cristiano mas quando me aproximei descobri que era do Lucas, antigo proprietário de um R/t 75 maravilhoso e forte que foi vendido para a aquisição deste Dart que é idêntico ao que seu pai tinha, exceto pelo câmbio que era na coluna. Nos apresentamos e tivemos uma longa conversa sobre nossos carros, os quais possuem um valor sentimental gigantesco.

Apreciei também o Charger R/t 1978 Azul Capri que era do meu amigo Maurício Moutinho de São Paulo, conhecia o carro apenas por fotos e pude ter a certeza de que é maravihoso, atualmente o carro se encontra no Paraná, não sei em qual cidade está nem o nome do proprietário, mas de qualquer maneira uma excelente aquisição.

Estava de conversa quando vi algo “laranja” se aproximando, eu não acreditava que seria um Charger R/t 1971 pois o único que eu conhecia em Curitiba neste estado é do Thiago e pelo que sei ele está na Australia. Quando o carro parou eu comecei a “assuntar” sobre sua história e fui descobrir a procedência, resumindo, esse carro, nós (Dodge Clube da Lapa) tivemos a oportunidade de adquirir mas na época, 2005 se não me engano, pedimos para um amigo ver o carro, o qual não sabia as características originais dos Dodges e soltou a seguinte afirmação ao “picareta”, “Este carro não é um Charger R/t, pois o Charger tem 4 faróis e uma divisão no meio da grade, você está me enganando” e depois deste dia, não tivemos mais contato com o “picareta”, nem com o proprietário. Atualmente o carro se encontra com uma senhora que eu também não sei o nome. Tem alguns itens fora dos padrões de originalidade que todos os Rt/s 71/72 merecem (no meu ponto de vista) mas não deixa de ser um Boreal do ca*****.

Abaixo o Plymouth Road Runner 1969 do Mauro Melo, esteve no Mopar 2011.

Mais algumas fotos dos melhores Dart’s que eu conheço, o carro do Cristiano é com as rodas Magnum e o do Lucas está de calotas.

Neste última sexta-feira meu vizinho veio me procurar me oferecendo um Dodge 1977, é claro que eu fui conferir e certamente seria um Polara. Eu desejo um Polara faz algum tempo mas este está um pouco acabado, pensei em adquirir, afinal custa R$1500,00 e com o motor original, o que vocês acham? Vale a pena?

Também na sexta resolvi lavar o Ford CustomLine 1954, estava com alguns anos de limo em cima, depois de conferir o resultado da Plymouth tive a idéia de transformar ele em um “Rat” afinal o carro ainda anda e com aquele motor V8 292 acho que vai ficar legal pois tem um ronco bem característico.

Fui também ver o novo Opala SS, de Dodge é claro, o carro é maravilhoso, meu número, mas ainda não cabe uahuahuahuahuahuahuahu e se um dia tiver $$ será uma Challenger.

É isso ai minha gente, obrigado pelas visitas e até a próxima.
Grande abraço,
Otávio F.M. Bussmann

Alguns ídolos.

Boa tarde pessoal, estive neste final de semana mais uma vez na Lapa, lá é meu segundo lar como podem perceber, onde tenho meu padrinho, madrinha e muitos amigos onde posso ficar literalmente em casa. Conheci o Vice-presidente do Veteran Car Club do Paraná, Claudio Maiolino e pudemos tomar umas cervejas, falar dos antigos em geral e de sua imensa vontade de adquirir para sua seleta coleção um Dodge, já confirmei presença no 20 encontro sul brasileiro de veículos antigos. 
Encontrei o Opala Clube de Araucária (Marcos Rodacki, Ayrton Takada e Alisson de Almeida), tivemos uma descontraída conversa sobre Dodges X Opalas e é claro que mesmo sozinho eu estava com as piadas na ponta da língua, uma delas foi dizendo que iria comprar um Opala para explicar aos meus convidados que chegam aqui em casa da seguinte maneira “Esta merda é um Opala, não confundam nunca com um Dodge” uahuahuahuahuhuaa mas só como provocação pois tenho muito respeito aos Opalas e é claro reconhecendo sempre sua inferioridade auhauhauhauhua brincadeira. 
Estavam no barracão o Charger 1971 e o Pontiac Tempest Le Mans 1962. Retornei agora pouco e ainda pude curtir umas curvas fechadas de Dodge, derrubando uns 5 litros pelo tanque, com certeza a melhor segunda-feira depois do Mopar Nationals.

 Este “Scoop” ficou horrível e não foi feito por nós.
Estrada da Lapa vazia, sensacional.
Fiz uma pequena seleção de uns vídeos onde aparecem alguns ídolos Dodgeiros do Brasil e EUA, acredito que o povo da minha idade que não tenha algum tipo de influência familiar ou de amigos raramente admiram as músicas e história do Roberto Carlos, eu até conhecer o filme “Roberto Carlos a 300 km/h” achava ele um chato pois a Rede Globo não exibia detalhes da sua história, pelo menos que eu tenha visto. Hoje em dia sei admirar seu trabalho de verdade e depois de uma entrevista como essa com certeza tenho muito a descobrir. Postei também um videoclipe da banda Audioslave em homenagem a James Kowalski e um trecho da regravação do filme Vanishing Point.

Espero que tenham gostado.

Grande abraço a todos,
Otávio F. M. Bussmann.

Venda: Dodge Dart 1972 Coupe.

Boa noite pessoal,
hoje venho comunicar que meu amigo Walter “Kowalski” colocou a venda seu Dodge Dart 1972 Coupe, seguem algumas características do carro:
– Cor R5 – Marrom castanho metálico.
– Interior todo original (painel, volante, bancos, forrações laterais, forro do teto, tampão).
– Rodas estão com calotinhas e argolas.
Confiram as fotos:

Não conheço o carro pessoalmente, mas as fotos dizem por elas, mais detalhes sobre preço e outros detalhes do veículo diretamente com ele.

Walter “Kowalski V8”
Celular: (41) 9935-6220.
Casa: (41) 3282-3514.
E-mail: kowalski_v8@hotmail.com

Grande abraço a todos,
Otávio F. M. Bussmann.

1955 Plymouth Belvedere.

Boa noite,
hoje escrevo um pouco sobre um carro um pouco diferente, Plymouth 1955 do meu amigo Finho, estava sendo preparado para o Mopar Nationals mas não deu tempo de deixar tudo em ordem. 
O motor que está no carro foi preparado pelo Andrey e estava em um Dart 1972 Coupe de rua, que fazia 13.2 segundos nos 402m com nitro, o carro foi vendido e a mecânica está no Plymouth. Para completar o estilo rat ou hot rod (não sei especificamente as diferenças de cultura) conta também com um sistema de suspensão a ar.

Para quem não sabe o Finho é um conceituado restaurador de interiores de antigos de Curitiba-PR, para quem precisar ele trabalha com a linha original e personalizados também.

Segue um vídeo para vocês conferirem:

http://www.youtube.com/watch?v=GPmuls6ZJyA

E eu ainda sem previsões do Charger, que situação hahahahaha.

Grande abraço a todos,
Otávio F. M. Bussmann.

Mopar Nationals: Domingo.

Boa tarde pessoal,
primeiramente gostaria de agradecer as 300 visitas do dia de ontem, muito legal mesmo.

Domingo:

Acordei meio “sem bateria” mas já sai correndo para o estacionamento, precisava aproveitar aquele restinho de evento, nossa saída estava programada para as 11 da manhã quando meu padrinho Claret me informou que ficaríamos até segunda-feira pois seríamos premiados, NOSSA, duas excelentes notícias em pouco tempo, fiquei tranquilo de vez.

Toda aquela correria acontecendo e mandaram a gente preparar os carros para a premiação, eu nem imaginava o motivo mas já estava emocionado, há 2 anos quando meu pai faleceu eu ainda estava na faculdade (sem um real na carteira hauhauhau) e fiz esta promessa, que iria para o Mopar Nationals com o dodge dele pois quando fomos em 2004 estávamos com o R/t 1975 e o R/t 1976 verde que era do meu padrinho, então, seria uma prova de que eu tinha conseguido deixar o carro em dia e poderia arcar com o custo da viagem ou seja, estava estável. Quando chamaram meu nome eu já estava chorando e piorou quando comecei a ouvir o que o Fábio Pagotto dizia, parecia que a perna da embreagem ia sair do corpo de tanta tremedeira, fiquei com medo de atropelar o fotógrafo, desci do carro e “travou” não conseguia falar, andar, NADA, pareci até mal educado mas foi a emoção. Fui presenteado com um maravilhoso troféu réplica dos volantes wal-rod como destaque “único dono” do evento, há 4 gerações na família e pra mim um honra. Obrigado Lincoln, Moutinho, Caccuri, Pagotto e todo o Chrysler Clube.

Meu padrinho foi premiado com o R/t 1975 Castanho Corsa como a restauração mais recente, o carro estava muito lindo.

Terminou a premiação e o pessoal começou a ir embora, encontrei o Caju e assim fui conhecer o mestre da arte da restauração Fábio Jonas e o amigo Aipin, conversamos um monte sobre detalhes do Dartão 72 que está sendo cuidadosamente restaurado pelo Caju e é claro sempre prestando atenção nos detalhes, falar com gente que entende é sempre um aprendizado.

Chegou então o pessoal de Curitiba, Marcelo, Finho, Biton, Sérgio, etc. Sentamos no nosso enorme guarda-sol (placa do hotel) e começamos a conversar, todos esqueceram que era domingo e pudemos trocar muita idéia sobre os carros. Consegui até tirar foto do Dart 72 preto, porque senão o proprietário não manda pra ninguém uahuahuahuahua. Foram embora fazendo um belo burn-out.

Recebemos a notícia que nosso amigo Adônis estava vindo até o hotel para batermos um papo, de repente chegou um Dartão 0 km e era ele. Sentamos em uma sombra ao redor da piscina, isso era 3 da tarde, conversamos sobre todo tipo de assunto relacionados a carros antigos, quando tivemos a notícia de que uma Cherokee Hemi estava vindo para a gente conhecer, mais uma surpresa do Lincoln, coisa de cinema, carro com procedência, 0 km e é claro MOPAR PERFORMANCE. O papo foi longe e quando vimos já estava escuro.

Saímos de Itupeva as 8 da manhã de segunda-feira, estrada limpa e mais calma que no domingo, fizemos uma viagem tranquila até chegar próximo a Ponta Grossa-PR, pois estava muito calor dentro/fora do carro e tinham muitas paradas. Chegamos na Lapa as 17:30 e eu ainda vim até Rio Negro, o que na verdade foi mais um desafio para o Dartão, como estava perto de casa resolvi “azular”,  de carro moderno eu já consegui fazer em 30 minutos e de Dodge foram 32 minutos, mas pensem em uma estrada que só tem curvas e que é de pista simples a noite.

E aqui termina este capítulo sobre o Mopar Nationals, claro que muitos acontecimentos desta viagem voltarão a ser citados como tópicos.

Obrigado mais uma vez a família Dodgeira que esteve presente no evento, foi muito bom, pra mim um sonho realizado.

Um grande abraço.
Otávio F. M. Bussmann.

Mopar Nationals: Sexta e Sábado.

Boa tarde a todos,
como prometido, tentarei escrever sobre o resto do meu primeiro evento a distância.

Sexta-feira:

Tomei um café digno de eliminar o almoço do cronograma do dia e fomos até o posto lavar o Dart e o Charger, retornamos ao hotel e tinha um sol maravilhoso, utilizamos a sombra da placa do hotel como guarda-sol, assim podendo passar um auto-brilho e tomar várias cervejas, estávamos praticamente de porteiros e recepcionistas do evento. Chegaram assim o pessoal do Clava-ES com 4 Dodges, um deles o conhecido Dodgeiro Rafael Meiss (Snoopy Mopar), que já queria comprar o Charger 2011 hahahaha figuraça. E assim foi chegando a galera, que não sei porque parecia que falavam a mesma linguagem, todos sem qualquer ego elevado, parecíamos pessoas de uma mesma família, tipo primos de terceiro ou quarto grau, o que realmente me impressionou. A começar pela dupla brasiliense Giovani e Marcelo com um belíssimo R/t 79, que foram parceiros do evento, aonde pude roubar até uma sombra em uma das barracas mais bem localizadas do evento. Estávamos todos reunidos, os Bussmann (Claret, Eliana, Ronald, Jônia, Otávio, Isadora e as crianças), nosso amigo e mecânico Júnior e assim foi chegando Lincoln, Caccuri, Gustavo, Moutinho, Dodge Clube de Curitiba (Mauro Melo, Waldyr, Cristiano, Alexandre, Raul, Lauro, Chico, Bianco, etc) que já chegou com barraca, churrasqueira, isopor e muita conversa e risada, realmente fazendo a sexta-feira já valer o evento (eu nem sabia como seria sábado), Tânia, Paulo José, Murilo, Maurício (http://showroomimagensdopassado.blogspot.com/), Badolato. A confraternização aconteceu na barraca do DCC (http://dodgeclubecuritiba.com.br/) até as 3 da manhã e mais um pouco na recepção do hotel. Mais uma noite sem dormir de tanta ansiedade, pra mim aquilo estava sendo um sonho, quem conhece a minha história e alguns acontecimentos recentes dela me entende.

Sábado:

O sábado começou com o estacionamento do hotel fervendo, era Dodge por tudo, eu estava em um hospício onde todos tinham a mesma loucura, sem palavras. Fui direto até ao outro pessoal de Curitiba, Marcelo, Finho, Biton, Sérgio e conversei demais, encontrei também Rodrigo Peterlevitz (Tomate), o meu amigo Anderson Felipone, Luciano Lorenzi, Alex Menezes, Alan Bom Jardim, Carlos (que conhece a história quase completa do meu R/t 74). Desci até a barraca e algo estava errado, eu precisava dar uma volta de Dodge, descobri que precisava comprar cerveja e sem que pedissem uma segunda vez já estava com o motor ligado e pude conhecer um pouco de Itupeva. Fiquei tão alucinado que não tirei fotos dos carros no evento, aquele sol estava sinistro e a cerveja ali perto do carro estava muito boa e quando reparei já era hora do passeio na bandeirantes, embarcaram comigo meu tio Ronald, meu primo Daniel e o Paulo, aquela saída estava linda, vários dodges saindo fritando e é claro que eu fui tentar fazer graça, mas acho que o ponto do meu carro está um pouco atrasado, foi realmente um fiasco huahuahuhuahua acho que se eu tivesse na platéia teria dito “o motorista do Dart amarelo é um barbeiro”. Estava uma loucura, de repente o trânsito parou e eu fiquei em cima de uma poça de água, quando veio um comentário de um Dart verde me intimando pra dar uma fritada, era o Dodgeiro Rodrigo Guedes, novamente outro fiasco meu, parecia que eu estava de carro 1.0. Chegamos até a rodovia no comboio e aquilo começou a dar medo, todo mundo queria fazer cagada, eu inclusive, mas decidi sair do bolo e ir com o pessoal da ponta, comecei a acelerar e já estava beirando os 160km/h quando veio um Charger R/t 1975 meio bordô, acho que era vermelho azteca, me atropelando, acredito que estava a uns 180km/h, eu arreguei é claro. Paramos no posto e eu não sabia o que fazer, era muita coisa pra raciocinar naquele momento. Conferi o motor do carro pra ver se estava tudo bem ainda e fiquei sentado esperando a saída. Saímos do posto e novamente fui pra ponta, achei o Lincoln e começamos a acelerar, não sei o que tem no motor daquele R/t 71 porque estava difícil de acompanhar, sei que passamos um Ferverick Gt branco a uns 170km/h e é claro dando bufadas no ouvido do Fordeiro. Retornamos ao encontro e já fiquei esperando a chegada dos Dodges, esperando ver algum burnout mas ninguém fez bonito auhuahuahua.

A tarde já estava indo embora quando encontrei o Cajú (http://dart72.blogspot.com/), grande figura e entendedor Dodgístico, passamos algum tempo conversando e fomos até a Crackolândia (lá onde tem produtos onde vc deixa todo o seu dinheiro), tinham coisas com preços excelente, eu como estava com a corda no pescoço só apreciei uahuahuahuahua. Olhei no fundo do hotel uma fumaceira, sai correndo e pude presenciar um das cenas mais bonitas, um Dart acho que 76 com motor 440 fazer um fritão de Bfgoodrich que chegou a pegar fogo nos pneus, incrivel, pena que deu rolo com os chatos do hotel. A noite foi chegando e fui convidado a conhecer a garagem do Fernando Vidal, sem palavras, o sonho de todo Dodgeiro, coisa de cinema e uma excelente oportunidade proporcionada pela Tânia. Cheguei no hotel, fui tomar um banho e assistir as lutas do UFC, já que a maioria do povo estava dormindo, terminou a luta do Anderson Silva sai do hotel e fui olhar o Hopi Hari, olhei para o meu tio Ronald e disse “Vamos pra Bandeirantes?” sem pensar 2 vezes embarcamos no Dodge, a Rodovia estava vazia, ninguém na frente, ninguém pra trás, PÉ NO FUNDO, luzes apagadas uahuahuahuaa estava praticamente fazendo uma filmagem do filme Death Proof, emocionante. Paramos abastecer e na hora de fazer o retorno coloquei uma segunda e entrei novamente na rodovia com o Dartão atravessado, já era filmagem do Corrida contra o destino, mas em padrões bem menores auhuahuahuahu.

Vou deixar o domingo para a próxima postagem, senão acabam as histórias e fico novamente sem atualizar, o que muita gente veio me chingar auhuahuahuaa. Obrigado pessoal que falou do blog comigo, fiquei muito feliz em saber que estas histórias são acompanhadas pelos Dodgeiros de todo Brasil.

Se eu esqueci de alguém por favor se pronuncie.

Grande abraço a todos,
Otávio F. M. Bussmann.

Esclarecimento.



Boa noite pessoal,

acabei de chegar de São Paulo,
resolvemos ficar por lá ontem e conversar sobre o evento e é claro tomar umas cervejas, o que foi um problema pois estas “umas” foram várias.

Saímos 8 da manhã de lá e foi muito cansativa a viagem, muitas paradas para o lado do Paraná e o sol que estava forte.
Estou preparando um post sobre o evento com as fotos que tirei e com várias “histórias”, são poucas fotos pois era tanta conversa boa e carros incríveis que fiquei meio perdido, esta semana sai.
Gostaria de aproveitar para agradecer desde já a todas as pessoas que vieram comentar comigo sobre o blog, fiquei realmente muito feliz em saber que os Dodgeiros curtem esses meus causos.
Esta foto acima mostra situação, 6 horas do 318 acelerando direto e apenas o tapete de borracha sobre a lata gera um calor absurdo, sol queimando e a parada é justamente ao lado de um incêndio, faltavam 70 km pra chegar na Lapa e foi a hora que a canseira bateu forte, por este motivo vou deixar a postagem para o final da semana, porque agora eu preciso de um banho e da minha cama.
Grande abraço a todos, obrigado a todos e parabéns a todos as pessoas que de alguma maneira estiveram presentes no VIII Mopar Nationals.

Mopar Nationals Parte 1.

Primeiramente boa madrugada a todos,
depois de praticamente 700 km rodados, cheguei no hotel Quality em Itupeva e fui dormir um pouco após a janta, resumindo são 20 para as 3 da manhã e eu resolvi adiantar um pouco sobre a nossa vinda até o evento.
Esta semana os dias foram praticamente em torno do Dodge amarelo, peguei ele na oficina no sábado a tarde, o carro estava muito sujo de poeira e graxa. Domingo praticamente só rodei com o carro para testar, na chuva ainda por cima. Segunda-feira limpei o interior e cofre do motor, terça-feira porta-malas e lavei por fora além da geometria, na quarta-feira olhei o radiador e parecia um pudim de ferrugem, demorei umas 2 horas mas consegui remover tudo assim como consegui comprar porca de estepe e outros pequenos detalhes.
Eu tenho um problema chamado ansiedade e isso realmente me atrapalha, atendi um paciente as 18:30, mas a cabeça não parava, o coração parecia que queria sair do corpo. 21 horas, consegui colocar o carro na estrada a caminho a Lapa, com muito medo pois não sabia como estava, mas foi muito bem tirando toda a minha preocupação com barulhos estranhos. Deitei 23:30 para dormir mas quem disse que a cabeça deixava? Passava a checklist toda na cabeça, pensava em como o carro reagiria, como seria o primeiro Mopar em que eu estava dirigindo e consegui dormir somente 20 para as 4, assim acordando 5:30 para partirmos as 6:00.
Nos primeiros quilômetros já estava sentindo uma confiança considerável no carro e em 6 horas contando todas as paradas em postos de combustível, problemas com a luz do Rt 75 e reparos na pista estávamos em Itapetininga – Sp para fazermos uma visita a garagem do nosso amigo Paulo. Saímos de lá eram aproximadamente 16 horas, faltando 136 km para Itupeva e entre vários problemas de trajeto conseguimos chegar no hotel um pouco antes das 19 horas sem qualquer problema considerável.
Ahhh até a última abastecida ele estava fazendo 7km/l uahuahuahuahauhaua e tem gente que diz que “bebe”, o que desperdiça combustível são aqueles Chevrolet automáticos isso sim (Astra, Vectra, Zafira) e não o meu Dodge auhauhuahaua.

Depois eu posto a foto dele virando os 50 mil km, pensa no meu orgulho quando virar 60 mil km percorridos por mim?

Curtam a primeira bateria de fotos.
















Grande abraço a todos,
Otávio F. M. Bussmann.