Primeiro Encontro Bimestral Dodge Clube de Curitiba.

Boa noite senhoras e senhores, desde outubro que não atualizo este blog, confesso que estava com saudades de ler alguns poucos comentários e várias visitas de gente que acompanha estes meus ‘causos’ que de diferente não tem nada, apenas fica como registro de algumas aventuras e veículos que a gente tem o prazer de conhecer a admirar.
Nestes quase 5 meses sem atualizar fiz algumas aventuras, tive diversos problemas, me diverti muito e na maioria do tempo tendo pelo menos um dos meus Dodge de companheiro, vou postar na sequência as fotos que marcaram o meu verão, hoje o post é dedicado a outro evento.
Ontem (02/03/12) aconteceu no Parque Barigui em Curitiba o primeiro encontro bimestral do Dodge Clube de Curitiba, infelizmente não pude comparecer com um de meus veículos, passei a semana na capital para estudos então voltar até Rio Negro para pegar o Dodge preto ficaria fora do meu orçamento (2Km/l não é um consumo que me agrada mas me lembra da seguinte frase, não é seu Dodge que gasta muito, é você que ganha pouco) então ao invés de encher o tanque eu enchi o isopor e tomei rumo ao parque, aproveitando aquele dia lindo cheio de sol que ostentava em Curitiba. Conversei com muita gente, pude marcar presença e mostrar que todos podem fazer uma força pra prestigiar o evento realizado. O que mais me chamou atenção foi a reunião de vários carros diferentes que particularmente não conhecia, Dodges que não estão na ‘mídia’, o que me animou demais, a união dos Moparzeiros com certeza fortalecerá futuros eventos, esquecendo essa história de ‘panelas’, o que eu acho realmente desnecessário.

Hoje voltando de viagem resolvi estender o caminho pela Lapa e ‘roubar’ um churrasco na casa do meu padrinho, além de comer muita carne pude dirigir o recém chego da oficina Chrysler 300 1966 383, o conhecido ‘Bira’ ou ‘Loco’ realmente fez um excelente serviço, deixou o carro bem zerado, conjunto excelente que me impressionou, parecia um carro moderno na estrada, excelente trecho a 140 Km/h com muita segurança.

Uma pausa para apreciarmos um Goodyear Banda Larga.

Visita do nosso amigo Flávio, com sua Caravan SS, muito bonita.

E olha quem estava lá também, o Super BEE, que chegou da oficina e recebeu um excelente trato do meu grande amigo (maveriqueiro) Maurício Rodrigues, infelizmente não tive o prazer de dirigir pois estava sem bateria e necessitando de reparos na caixa automática, como é um carro feito pra ‘dar pau’ ele veio com itens mais debilitados que o 300, agora a suspensão está feita, freios 0km, conjunto de rodas e pneus 0km, o motor conta com no mínimo 400 cv e agora bem acertado, com lenta estralada, a traseira teve de ser erguida para comportar os pneus 295/60, o que foge do meu estilo mas em breve será adaptado para andar empinadão.

E para finalizar meu domingo, cheguei em casa e o Dartão estava sem marcha lenta, abri para ver e tinha muita borra de gasolina ruim por fora do carburador, desmontei inteiro, lavei todos os giclês, tirei toda a fuligem e montei novamente, a lenta melhorou no ato mas acredito que esta marcha-lenta alterada tenha encharcado alguma vela pois está com um breve buraco logo que a rotação passa dos 1500 rpm até 2000 rpm mas somente neste estágio, de resto continua ‘assoprando’ muito.

Espero manter atualizado novamente pessoal, dia 16 e 17 temos encontro na Lapa, compareçam.

Grande abraço a todos,
Otávio F. M. Bussmann.

IX Mopar Nationals.

Senhoras e senhores,
primeiramente boa noite a todos, venho através deste tentar informar as novidades deste final de semana maravilhoso que tive, ou seja, com muitos Dodges, Gasolina, Km’s, Amigos, Cervejas, Família e algumas mentiras é claro.
Há 2 semanas meu amigo Adriano Denk (Joinville-SC) me telefonou fazendo uma proposta indecente convidando para viajar e dirigir meu Dodge Dart 1973 até o IX Mopar Nationals.
Pensei, pensei e resolvi aceitar.
Agora estou trabalhando em uma clínica e em dois consultórios, resumindo, não tenho tempo para nada, chego em casa geralmente ás 20 horas, fora do horário comercial, então o que eu gostaria de fazer com mãos próprias tive que pagar para os mecânicos fazerem, revisaram o carro e fizeram a substituição dos pneus.
Saí do trabalho quinta-feira às 16 horas, peguei o Dojão e parti até Joinville para encontrar os “Catarinas”, como parei de fumar fazem 2 semanas, fui roendo o câmbio do carro o percurso inteiro. Cheguei lá e lavei o Dodge, consegui visitar a oficina do André, repleta com uns 12 Dodges. Dormimos e acordamos às 3 da manhã para sairmos, juntamos 8 pessoas, eu, Luiz, Jaime, Adriano, Ednar, Caio, Marco e Xande, Dodge Dart, Dodge Charger R/t 79 e um Polara 81.
Depois de percorrer muitos quilômetros chegamos até São Paulo capital, os Dojões não apresentaram problemas, o Polarinha perdeu o óleo da caixa que logicamente ficou comprometida, mesmo após completarmos o nível, foi e voltou sem maiores problemas. Chegamos até a casa dos pais do Ednar e logo fizemos um churrasco, lavamos os Dodges (só para retirar a fuligem e os insetos mortos) e partimos até a casa do Agnaldo Porte, onde fui muito bem recebido podendo conhecer mais sobre os Chevys V8 e seu potencial, Camaros e Impala montados com o maior bom gosto das pistas norte-americanas pelo seu filho Henrique Porte, pude roubar uma pizza e dar muita risada com o pessoal.
Fomos até o “postinho” e encontrei alguns amigos do facebook, como Rodrigo Peterlevitz e Chumbinho, devido ao Mopar o posto não estava muito cheio mas pude conhecer.
Sábado pela manhã acordamos e logo agilizamos a partida para Atibaia, depois de muito congestionamento chegamos após 3 horas no Tauá Resort, muito trânsito e de Dodge convenhamos que esquenta pra caramba. Ao ver todos aqueles Dodge reunidos já fui me animando e ficando no naquele estágio que não consigo raciocinar. O primeiro a encontrar foi o Caju, uma excelente recepção, Diego Hoffmann, meus tios Lapeanos, meu tio Ronald, Bianco, Mauro, Maurício e Marcos de União, Dodge Clube de Curitiba, Chrysler Clube do Brasil, Mopar Clube, Lincoln, Moutinho, Lico, Edu Coxinha, Jorge BomFim, Glauber, Beto da Lapa, Buzian, Wagner e seu amigos de Curitiba, Fernando Vieira/Marinão, Maurício Fontanetti, Anderson Felipone e muitos outros que talvez eu não lembre agora.
Saí fazer o passeio na BR com todos os Dodges, coisa de cinema, ainda mais colocando 200 km/h no amarelão, chegando no hotel pude fazer um zerinho no asfalto com o Dodge original, não foi um show mas consegui fazer o 360º. Como tirei o dia para ver Dodge e beber, reforcei minha missão e caí dentro da garrafa de cerveja, o que fez o pessoal achar que eu tinha dado PT mas na verdade eu fui tomar um banho de piscina a noite naquele frio, fiquei 0km e pude voltar para a festa, que foi até a 1 da manhã.
Domingo cedo já arrumamos as malas, fizemos check-out e tomamos café, ansiosos para ver a premiação que estava para acontecer, assim conferimos tudo e fechamos a carreata de volta, 7 Dodges, Darts amarelos (72, 73 e 75), Charger’s (72, 72, 75, 79), saímos ao meio-dia e cheguei em casa às 23 horas, deixando todo mundo dentro de Curitiba.
Resumi um pouco da história pois ainda terão mais alguns outros posts na sequencia, tem algumas fotos no meu celular, estas são da câmera que eu consegui emprestada do meu tio, fui eu que tirei todas as fotos então gostaria que se alguém fosse utilizá-las colocasse os créditos para o meu blog moparbussman.blogspot.com, só para divulgar um pouquinho a página.

Obrigado a todos, desculpe se esqueci de alguém e até uma próxima, espero que tenham gostado.
Grande abraço, 
Otávio Bussmann.

Curitiba Motorshow (2)

Bom dia pessoal, fiquei devendo por aqui um texto referente ao encontro,
posso dizer que o evento foi maravilhoso, principalmente pra mim que aprecia o outro lado da força Mopar, não somente o original.

Na sexta-feira marquei com o meu tio de levarmos os Dodges para expor, saímos da Lapa com a Dakota e com o SE, fizemos uma viagem muito boa e pude aproveitar aquele V8 Magnum na estrada, o que nunca tinha feito na vida. Chegamos em Curitiba e logo após o almoço levamos o carro para o autódromo e posso dizer, a energia daquele autódromo é muito boa tirando a organização do evento que reforçava a impressão de que o evento seria “gringo”. Logo fomos até a área separada para o Dodge Clube de Curitiba, montamos a tenda Mopar e estacionamos alguns mitos gringos como por exemplo Challenger 70′, Charger 68′, Charger SE 72′, Charger 73′ e nos nacionais o SE 72′ e um Dart 72 4 portas. Saí andar pelo autódromo já que o evento ainda não tinha sido aberto ao público e pude prestar atenção na estrutura do autódromo, passando nos boxes encontrei o meu amigo Andrey Jasper que sem perder tempo já me intimou para levar o Charger e rapidamente emendou dizendo “Esse cara aqui ó, dono deste Maverick, disse que só queria dar uma sova no teu carro”, mesmo sendo brincadeira isso meche com a alma de qualquer Dodgeiro. Fiquei com isso na cabeça mas não estava nos meus planos levar o carro. Fui pra casa com toda aquela estrutura na cabeça e pensando em como levar meu Dodge.

Voltei sábado para Mafra e prontamente liguei para o meu amigo Finho (dono da Plymouth Belvedere 57′ Rat), perguntando qual era a opinião dele, se ele achava que eu iria passar vergonha com o meu carro no meio de tanta gente com tanto carro bem feito, ele me respondeu o seguinte “Cara, o que vai valer é a foto na sua parede”, pronto, já decidi de que iria. Cheguei em casa e tratei de instalar uns Cooper Cobra “meio-morto” que tinha guardado.

Domingo de manhã coloquei minha mãe e minha irmã no carro e partimos até o autódromo, viagem sensacional de 130 km, família reunida e Dodge. Quando fui me aproximando do evento eu comecei a não saber o que estava acontecendo com o mundo, eu estava tão ansioso que não conseguia raciocinar, entrei no evento, descarreguei meus pneus e mochilas e fui diretamente para a pista e como era minha primeira vez naquele ambiente pensei “Agora a PORRA ficou séria”, só tinha carro tesão alinhando e meu coração já estava lacrando o giro, chegou a minha vez de fazer o burnout mas agora não era na minha rua onde só meu vizinho aprecia, tinha muita gente, tirando foto e querendo ver coisa legal e o pior, quem estava alinhando comigo era meu amigo da Plymouth, com nitro, já sabia que iria levar uma escovada, o Dodge foi bem, andou na frente mas porque ele teve pena de mim hauhauhauua. Na segunda puxada peguei o Maverick GT 74 e mesmo meu carro faltando faísca por conta do famoso alternador original associado com ventoinha elétrica consegui largar bem e chegar na frente. Peguei na sequência um Charger 77 Preto Fosco e Nitro e andei na frente também. Mais 120 quilômetros até a Lapa, peguei meu Clio e vim pra casa com o sorriso de orelha a orelha.

Concluindo, quem é Dodgeiro mesmo, que curte um Burnout e acelerar, deve procurar um autódromo mais próximo, digo isso porque está cada vez mais perigoso fazer uma brincadeira nas ruas, tirando as leis que punem de maneira injusta o povo está cada vez mais barbeiro e na pista a gente é livre para fazer o que quiser, reúna família, amigos e uma carninha que estará tudo perfeito.

Obrigado a todos que estiveram presentes comigo neste etapa de conhecimento deste esporte, foi muito legal e espero poder fazer muitas vezes mais.

Segue abaixo algumas fotos e vídeos.

Um grande abraço a todos,
Otávio F. M. Bussmann.

Curitiba Motorshow – 11 e 12 de Agosto.

 Boa tarde pessoal, segue abaixo as fotos do Curitiba MotorShow que aconteceu neste último final de semana no Autódromo Internacional de Curitiba, evento maravilhoso para nós que somos viciados em Dodge, V8, arrancada e mulheres, mais tarde vou postar os vídeos das puxadas, ainda não encontrei todos e fazer um texto descrevendo como foi. Confiram.

                                      

Grande abraço a todos,
Otávio F. M. Bussmann

Visitas e Dodges.

Boa noite pessoal,
neste domingo recebi aqui em casa alguns Dodgeiros de Joinville, talvez os mais fascinados, Adriano ‘Dodge’ Denk, o Caio que é seu filho, André e Luís, vieram entregar minhas rodas Magnum e comer um alcatra daqueles. Para a minha surpresa meu tio resolveu aparecer com o seu Dodge novo, quando digo novo é por causa do seu estado, tem um pouco menos de 37 mil km originalíssimos.

O carro é maravilhoso e muito original, alguns detalhes serão corrigidos tais como, capô e faixa traseira voltarão a ser preto vinílico, tampa do tanque será trocada pela original, picaretas dos parachoques serão removidas, o rádio será removido e a lanterna traseira será restaurada.
Muitas conversas e planos, queremos organizar o MoparMafra ou MoparPraia kkkkkkkkkkkk, só para colocarmos os Dodges na estrada.
Grande abraço a todos,
Otávio F. M. Bussmann.

Venda Dodge Charger LS 1971.

Boa tarde a todos,
semana passada levei para serem restauradas as rodas do R/t 71 e as do Dart Sedan 72 preto do Cristiano, espero que fiquem do agrado de todos.

como muitos já sabem colocamos a venda este Charger LS:

Dodge Charger LS 1971:
– Ouro Espanhol.

– Câmbio 4 Marchas no chão.
– O carro possui plaqueta.
 Documentação:
– O carro ainda tem placas amarelas e necessita recadastramento, não tem restrições, acredito que custe uns R$ 2500,00 para atualizar.
 História do carro:
– Foi comprado pelo nosso amigo Rodrigo Peterlevitz (Tomate) tem algum tempo e nós compramos dele, somente a carcaça.
 Palavras do próprio:
– Tomate Peterlevitz Esse ai é cria nossa!! O carro tem a estrutura 100%, todos painéis lacrados de fábrica, dá gosto de ver as longarinas por dentro do cofre, tudo perfeitinho. Para quem quer investir em um Charger 1971, não existe negócio melhor.
 O que vem no carro:
– Vidros Brancos.
– Bloco Matching Number (não sei as condições do bloco).
– Diferencial.
– Grade dianteira.
– Bancos dianteiros separados originais LS, ainda com o tecido original.
– Banco traseiro sem tecido original.
– 4 rodas rallye com 4 super-calotas.
– Lanternas traseiras.
– Painel com buraco do rádio recortado.
– Volante Wal-Rod em resina sem botão.
– Parachoques dianteiro e traseiro.
– Agregado.
– Caixãozinho original 71.
– As placas cinzas estão porque estavam no parachoque.
 Lataria:
– Está bem podre, as 2 laterais traseiras precisam ser trocadas, assoalho do porta-malas, lataria abaixo do vigia.
– Assoalho razoável.
 Preço:
– R$18.000,00.
Meu telefone:
(47) 9658-9000 TIM após as 18 horas.
Aceito propostas.
Grande abraço,
Otávio F. M. Bussmann.

GoPro Teste.

Boa noite pessoal,
domingo totalmente preguiçoso por aqui, chuva e falta de luz, então só resta
postar o teste da câmera GoPro que arranjei, não é HD mas é muito legal,
para o vídeo ter alguma graça deve-se colocar o volume no máximo para ouvir o ronco do Dojão.

Meu irmão tirou a foto deste Dartão preto em Curitiba na semana passada acha, alguém conhece? Muito bonito e com muito bom gosto aparentemente.

Abraços,
Otávio F. M. Bussmann.

300 1966 e outros.

Boa tarde galera,
seguem as fotos de ontem, primeiras voltas com o 300, 
o carro não bate nada, parece que saiu da concessionária,
mas está com o quadrijet inteiro ressecado por dentro então falhou um pouco.
A coisa mais divertida é essa tal de capota elétrica, “altas tecnologias”.

Abaixo fotos da restauração do R/t 71 Amarelo Boreal, depois de trocar de oficina ele foi todo desmontado novamente, está sendo todo alinhado e fazendo os reforços das longarinas para suportar o motor 360 e a caixa automática 727.

Motor 0km comprado na AmericaParts, segundo consta, 350 cv.
O SuperBee é só alegria, desde que chegou só foi feita a parte elétrica e está perfeito, no melhor estílo Dodge Bandido, abaixo fotos e vídeos.

Charger 71 agora vai mudar de residência, mas fica no Dodge Clube da Lapa, seção Maringá.

Depois de tanto aguardar, lendo o livro novo do Badolato, ficou chique hein.

É isso pessoal,
estou organizando os anúncios dos veículos que estarão a venda, primeiramente o Charger LS 1971 Ouro Espanhol.

Grande abraço,
Otávio F. M. Bussmann.

Venda.

Pessoal, estou colocando a disposição algumas peças para venda:

Capa painel Rt 73/74 = R$350,00.
4 Calotas originais R/t = R$400,00.
3 Calotas Plymouth GTX/Hemi Challenger = R$400,00.

Aceito propostas/Trocas.

Vamos colocar para vender um grande lote de peças e alguns carros, tipo R/t 72, LS 71, R/t 79, pretendo catalogar e fechar os lotes na sexta-feira, aguardem.

Grande abraço,
Otávio Bussmann.