11º Encontro de V8’s do HPV8 – Garibaldi – RS – 2022

Boa noite pessoal, é com imensa alegria que volto a postar para vocês, depois de um longo período, da internet ter virado em instagram e youtube, cá estou, um dinossauro das redes, que ainda não consegue ter paciência de ficar acompanhando tudo por vídeos no youtube ou posts curtos sem informações no instagram. A atual proposta deste site é contar fatos do dia dia de um Dodgeiro que coloca a mão na massa mesmo sem ter conhecimento ou habilidade, que utiliza das amizades e “briques” para conseguir as peças para os carros e que tenta manter a essência do que era ser Dodgeiro há 20 anos. Espero que gostem, a página está aberta a sugestões, a histórias, a fotografias de época e logo menos teremos a sessão de classificados.

 

Pode ser uma imagem de carro e texto que diz "11° ENCONTRO 8 DE 3 DE DEZEMBRO"

 

Em 2018 estive no último encontro do HpV8 em Garibaldi porém fiz um roteiro onde não pude estar na sexta-feira no posto 290, onde acontece a recepção dos convidados e acabei chegando tarde no sábado, deixando tudo muito corrido, não podendo confraternizar com o pessoal. Aquilo me deixou convicto de que no próximo iria exclusivamente para o encontro, pois bem, veio a pandemia e a realização do evento foi adiada por 4 anos.

Ao longo de 2022 fiquei falando para todos que este ano não faltaria de maneira alguma e convocando o pessoal para nos juntarmos e seguirmos em comboio, visto que a cidade que resido, Rio Negro, fica na BR116, um dos caminhos para Garibaldi.

Comecei então a definir com qual carro iria, o Dartão está pronto, é sentar a bunda e partir mas quando lembrei que nunca havia feito uma viagem longa de Charger na hora o escolhi, ainda mais o encontro sendo em um ambiente onde raros exemplares eram originais, a maioria dos carros com alteração e isso me empolgou mais ainda, então tive que planejar a manutenção requerida, em 11 anos com o carro nunca havia mexido na suspensão e nas partes de direção.

Faltando 2 semanas para o encontro fui até o auto center fazer o alinhamento e o rapaz me falou que estava tudo certo com os terminais, buchas, pivôs, pitman e auxiliar mas não me conformava que o carro era tão “passarinheiro” sem ter alguma avaria. Foi aí que o “mexânico” aqui entrou em ação, fui soltando porcas, parafusos e quando tirei as peças, observei que não tinha folga no sistema, ele estava praticamente aposentado por invalidez kkkkkkk. Há alguns meses comprei alguns itens da MOOG do Gabriel Pires (buchas, pitman e auxilar) mas para ter na estante, não sabia que utilizaria tão cedo, consegui os pivôs inferiores OER e os superiores MOOG com o Marcelo Fazio e os terminais de um grande amigo, conhecido dos V8’s paranaenses, Andrey Jasper. Consegui retirar as balanças superiores e inferiores, soldar as balanças (Cris), jatear, pintar de eletrostática e montar as buchas em 3 dias, graças ao meu amigo Jean, mecânico do meu Gol GTS aqui da cidade. Retirei o motor do limpador pois estava muito lerdo e a surpresa, não dava reparo, consegui um motor aqui na cidade e graças ao meu amigo Anderson, que é a pessoa que mais entende de elétrica que eu conheço, conseguimos adaptar o que era necessário, ficou até com temporizador. Desmontei também a coluna de direção e consegui tirar todas as folgas da barra, montar o lampejador que nunca teve, era um arame que acionava a luz alta, trocar o rolamento da coluna (medidas 19X30X6) e ligar a buzina que também nunca existiu pois aquela haste que tem a roldana do acionamento estava quebrada, depois de descobrir a solda de super bonder com bicarbonato de sódio ficou um luxo kkkkkkk.

 

Durante a semana as chuvas devastaram as estradas que ligam ao sul do Brasil e tudo parou, horas de congestionamento, meus amigos abortaram a companhia mas eu estava decidido que iria, mesmo estando com a agenda cheia no consultório conseguia nos intervalos ir até a oficina lidar no pretão e faltando 1 dia para partirmos montei e alinhei o carro, pensem a insegurança, será que apertei tudo com o torque correto? Será que não esqueci nada? Nesta conferência observei que os pneus estavam um pouco ressecados e decidi instalar as rodas Magnum do Dartão com os Mickey Thompson que estão zerados e outra surpresa, estava vazando óleo do retentor do diferencial, faltando horas para a partida chamei o meu mecânico Sidney de itens pesados (caixa, diferencial) e ele conseguiu montar a tempo, durante os testes as pastilhas de freio traseiras travaram, tivemos que desmontar tudo e corrigir, o carro estava pronto, quinta-feira as 20 horas.

 

Com a BR116 parada em Monte Castelo, alguns Dodgeiros estavam parados na fila e vieram dormir em Mafra, já puderam vir em um churrasco aqui em casa que realizamos as pressas e neste interim dois amigos toparam ir junto até Garibaldi, o Tonho e o Gustavo. Recebi aqui em casa meu amigo Marcelo Ração de Taubaté com sua Dakota V8 americana, o Luiz de Brasília com seu Chrysler Imperial 1968 e o Marcio de Goiânia de Monza 92.

As 5 da manhã já estávamos na estrada, pegamos um congestionamento na serra em Santa Cecília onde optei por ir pelo acostamento pois a embreagem começou a ficar pesada e a temperatura começou a subir, não tinha exposto o Charger a situação de trânsito intenso ainda, então estava “espiado”. A viagem seguiu perfeita, o carro se comportou muito bem e passando Vacaria já estava seguro e relaxado, arriscando até umas ultrapassagens mais ligeiras, no trecho de Antônio Prado fui acelerar a quarta marcha e com as 4 bocas da quadrijet abertas o carburador travou, mas como tinha Gol a alcool não me desesperei, aquele pagode entre embreagem, freio e acelerador foi natural. Chegamos em Garibaldi as 15:00 horas sem intercorrências.

Depois de almoçar e descarregar os carros, encontramos o pessoal de SP e de Vitória, Jorginho e Lincoln com o Rt 71 abacate, Marcio Cabeludo com o Rt 77, Tonhão com a Ram 2500 e fomos lavar os carros, foi muito mais interessante que assistir ao jogo do Brasil X Camarões, muita conversa boa e troca de novidades. Voltamos para o Hotel Pieta e combinamos que iríamos fazer um churrasco no posto 290, falei que assaria a carne pois tinha levado churrasqueira e que era para o pessoal comprar a carne. Chegamos ao posto e de cara já vimos a galera reunida, muitos V8s reunidos e muita gente hospitaleira, Perin e seu Fury, Roberto Rolinho, Luciano Lorenzi, todo mundo feliz da vida que fomos até lá, muito legal. O papo foi rolando mas a chuva veio forte e resolvemos voltar para o hotel fazer o churrasco mas o pessoal não deixou, nos ofereceram a sede do HPv8 para fazermos, o presidente do clube Silvio foi muito receptivo e fiquei impressionado com tamanha organização daquele lugar, sonzeira nas caixas, na TV os carros do clube acelerando na pista, demais. Depois de quebrar o gelo comecei a me sentir em casa, visto que faríamos carne para umas 40 pessoas, os paranaenses assumiram a churrasqueira e foi uma loucura, todo mundo vindo até nos conversar e dar risada, um clima sensacional que há anos não experienciava. Eu sempre acompanhava as postagens do HPV8 e via a foto “aérea”do clube deles e este ano eu estava presente. Esqueci de comentar mas o povo é meio maluco, burnout comendo solto, V8’s berrando e todo mundo faceiro.

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Sábado cedo acordamos e fomos até a Fenachamp, que estrutura, os integrantes do clube uniformizados e nos orientando, a arena de burnout estava aberta permitindo o visitante acalmar seus ânimos kkkkkkkk estacionamos o Charger e fomos curtir, muitos carros diferenciados, a maioria com preparação, roda larga, andando baixo, blower, turbo, big block, antigo, moderno, camionetes, carros, placa preta, estandes de peças e serviços, chopp, charutos e muito rock’n’roll. Chegando a hora do almoço já tirei minha churrasqueirinha e voltamos a juntar o povo, que ficou me perguntando se eu iria fazer alguma graça, meio que sem pensar já fui entrando no carro e indo para a arena, dai veio o medo de fazer alguma vergonheira ou quebrar o carro a 600km de casa mas pisei fundo e começou a girar a lazanha, o que eu não contava era que o carburador iria travar novamente aberto hahahaha foi um susto leve mas consegui fazer uns zerinhos. Voltamos para a área do churras e pude encontrar meu primeiro Dodge, um Rt 77 que hoje está em propriedade do Rodrigo Pierozan, um cara muito gente boa e com o grupo gaúcho do Dodge Riders, não poupou os seus Bfgoodrichs e derreteu tudo na arena, acompanhado de um Scania V8.

   

 

O evento foi chegando ao final e fomos ao hotel nos preparar para a festa no bar do Joe, um lugar ao melhor estilo Rock’n’Roll, ao som da banda de Garibaldi chamada Destilaria Corleone, pensem a sonzeira que botou a galera pra cima, a festa estava lotada.

Domingo cedo saímos rumo a Rio Negro, fizemos uma viagem muito tranquila mesmo com as pancadas de chuva que inundaram o interior do Charger hahahaha tentei fazer média de combustível e quase ficamos sem gasolina entre Vacaria e Lages, foi uma parte tensa da viagem onde confrontei minha teimosia.

Esta foi a história deste final de semana alucinante que tivemos, me fez pensar muito no porque temos estes carros e sim, ao meu ver são para isso, para estar com os amigos, compartilhar cotidianos e dar muita risada pois se esse é o nosso hobby, eles tem de nos dar alegria até nas desgraças.

Segue o link com os vídeos que fiz, para quem quiser acompanhar:

Obrigado a todos, principalmente ao pessoal do HPv8, parabéns pelo evento, já deixem programado para irem em 2024 pois o evento é muito bom.

Peço desculpas por eventuais erros, faz tempo que não digito tanto, esta semana publico as fotos dos carro que estavam presentes.

Forte abraço,

Otávio Bussmann

Mopar Nationals 2015.

Boa tarde amigos, segue mais um post atrasado para vocês, depois de 3 semanas após o evento, depois de ver as excelentes matérias sobre o encontro com fotografias espetaculares, tomei coragem e resolvi expor todo o meu amadorismo hahahaha.

Em 2004 fomos até o I Mopar Nationals Brasil, na cidade de Campo Limpo Paulista – SP, nossa família foi toda até um hotel fazenda e foi um dos melhores programas que fizemos quando ainda era completa, desde então tiramos este evento como um programa familiar, onde todos planejam seus cronogramas para poder sair na quinta-feira e voltar apenas segunda-feira, este ano não foi diferente.

Conforme combinado, iríamos com o recém restaurado Dodge Super Bee 1970 e isto foi o mais difícil, pois o carro ainda estava sendo montado e de repente já era a semana do evento. Era quarta-feira dia 26 de agosto, trabalhei até as 19 horas e fui para Lapa, chegando lá me deparei com aquela obra de arte, enfaixado, com as rodas laranjas e o meu amigo Finho (responsável por toda a montagem, interior, mecânica e tudo mais do carro) exausto, pois tinha colocado e tirado a transmissão automática umas 3 vezes, a que era zero quilômetro e que estava funcionando perfeitamente no Coronet não deu nem sinal quando foi instalada no BEE e assim foi substituída pela antiga, 2 anos parada, sem reforma e que veio com o carro lá dos EUA, ficou perfeita, engatando todas as marchas, apenas com poucos vazamentos. Agora já era hora de retornar aos acabamentos do carro, 3 horas da manhã e ainda estávamos trabalhando quando se iniciou uma tempestade, apagando a luz do barracão e nos impossibilitando de concluir alguns detalhes.

Quinta-feira, tínhamos que fazer a geometria do carro mas devido a tempestade a cidade estava sem luz, prorrogamos a saída para a tarde, durante a geometria o rapaz responsável pelo serviço conseguiu espanar a rosca que regula a altura da suspensão, pronto, mais serviço, retiramos a do Coronet e o carro enfim estava pronto, resolvemos sangrar o freio e ele simplesmente ficou zero, zero freio no caso, tivemos agora outro problema, prorrogando a saída para sexta-feira, conseguimos solucionar o problema no servo as 3 horas da manhã de sexta, acompanhados de uma garrafa de Jack Daniels

Sexta-feira, 8 horas da manhã, todos a postos, malas carregadas e partiu Águas de Lindóia.

Primeiro 50 quilômetros de viagem, o carro estava perfeito, acompanhado do magnífico Charger LS 1971 do nosso amigo Gabriel, a viagem estava maravilhosa, em uma estrada propícia para Dodges, vazia, com asfalto liso e com um visual sensacional.

A viagem prosseguiu perfeita até Águas de Lindóia, chegamos na sexta-feira as 17 horas e com a galera nos aguardando, pois todos achavam que não iríamos conseguir chegar cedo, visto o tamanho do nosso porrete nos dias anteriores.

Até nos organizarmos já era noite lá na praça, montamos a nossa barraca, tiramos as cadeiras e mesmo desgastados da viagem tinhamos de comemorar pois o carro não apresentou avaria alguma, parecia que tinha ficado meses sendo ajustado e assim ficamos até a madrugada, agora com a companhia do meu tio Ronald.

Sábado clareou e cedo agilizamos churrasco, drinks e música.

Depois de todo agito do almoço e de conversar com muita gente resolvi passear pelo encontro para fotografar os carros, de cara já encontrei o João, que além de leitor do blog virou um amigo e nos apresentou o Matheus, outra figura, obviamente que o assunto “Mc Mayara” veio a tona e tiveram que assistir aquele espetáculo, dá uma olhada na expressão facial alegre da piazada.

Tive que tirar um tempo para apreciar o RT 1972 do Lincoln, que deste quando nos conhecemos ele estava em processo de restauração e ficou perfeito, assim como todos os carros dele.

E é claro, já estava ansioso para ver o meu antigo carro, o Rt 1972 que atualmente está com o Reinaldo (reiv8.blogspot.com), fiquei muito emocionado, algumas das peças do carro eu limpava e ficava imaginando como seria, aquele volante que foi utilizado no meu Dart 73 fazendo terrorismo pela cidade agora está no seu lugar certo, ví o carro que sempre eu e meu pai sonhamos em montar (só ia demorar uns 45 anos) pronto, da maneira correta.

Tirei umas fotos aleatórias dos carros da galera, confiram:

Enfim chegou a noite e a premiação dos carros escolhidos pela galera do Chrysler Clube do Brasil, o Super BEE ganhou o prêmio de “restauração do ano” e o LS 71 ganhou ” destaque único dono”, foi bem legal, segue abaixo as fotos dos carros premiados:

Sábado como podem imaginar madrugamos na praça, com muita risada, churrasco e cerveja, na companhia de amigos, coisa fina e como voltaríamos somente segunda, pudemos exagerar. No domingo a calmaria prevaleceu, dia de se despedir do pessoal e descansar pois a segunda seria puxada, conseguimos tirar muitas fotos legais e conversar com mais gente que não tivemos tempo.

Segunda-feira, dia de vir embora e pegar mais 700 quilômetros de estrada.

Chegamos em casa, tudo certo, conforme planejamos, quando as coisas devem seguir uma ordem não adianta forçar, tudo acontece na hora certa, um programa maravilhoso, não somente pelo encontro mas por estar com amigos e familiares curtindo um momento, o que é difícil nos dias de hoje, todo mundo fica disperso, sem tempo de estar junto, ao contrário do que foi este final de semana, fiz uma compilação de vídeos para tentar passar a vocês o que foi esta viagem, assistam:

É isto pessoal, agora é fazer uma força danada para ir até o evento do Mopar Clube, que será em Jundiaí neste próximo final de semana, estou ansioso para que dê tudo certo pois fazer esta conexão, conhecer pessoalmente amigos do face, não tem preço.

Gostaria de agradecer a toda galera do Chrysler Clube, galera do Mopar Forever de Santos – SP, galera de Minas (Deni), pessoal sempre presente e agitado de União da Vitória – PR, aos amigos que revi e fiz lá e ao Lincoln, que sempre recebe a gente de braços abertos.

Obrigado a todos pelas visitas e até a próxima.

Grande abraço, Otávio Bussmann.

Curitiba Motorshow 2015.

Boa tarde senhores,Sinto-me envergonhado em atualizar o blog 1 ano e meio depois da última postagem mas já adianto que foi por falta de suporte, fui assistir “De Volta Para o Futuro” e acabei dormindo com o computador no colo, obvio que derrubei e a tela trincou ao meio, somente agora consegui adquirir um novo e assim prometo atualizar constantemente, muita coisa se passou neste tempo, carros foram vendidos/comprados, restaurados, viagens foram feitas e conforme eu vá resgatando do HD antigo prossigo com as postagens.Neste último final de semana tivemos o Curitiba Motor Show 2015, um evento que a temática “Motor” prevalece em todos os cantos do Autódromo Internacional de Curitiba, todos os tipos de veículos presentes e é claro que eu fui direcionado para o Desafio 201 metros de Hot Rods e Muscles, é bom poder usufruir do carro sem se preocupar com leis de trânsito. Com a nobre contribuição para o blog, o Daniel Salvadori (Automotive Culture) me emprestou as fotos para serem publicadas aqui, pedi apenas as fotos dos Dodges pois é disso que a gente gosta.

Dodge Charger 1969 de papelão (Matéria no FlatOut)

Dodge Gran Sedan 1974 do meu amigo de Joinville – Sc, Jocemir Kuhnen

Charger aguardando para entrar na área dos boxes.

Momento zorba cheia ao alinhar com o LS 71.

Burn MotherFucker !!!

Racha entre amigos Dodge Charger LS 1971 X Dodge Charger RT 1974

Dart 70 4 Portas do meu amigo André, representando.

Dodge Charger RT 1972 Preto, não tive a oportunidade de conhecer o dono mas o carro estava muito bonito, não sei quais as definições da plaqueta mas estava lá representando na pista.

Dartão 74 do meu amigo de Joinville Ricardo Kostetzer, mandando a fumaça para o alto.

Mais algumas do carniça:

Se liga na temperatura que estava:

Este Dartão 73 também de Joinville é do meu amigo Pretonio Bianchi, conforme saiu da oficina de restauração fez sua primeira viagem e participação na pista, mesmo portando o eficiente carburador DFV esteve presente com muitos burnouts e voltas na pista, na minha opinião ganhou o prêmio sangue no olho do evento.

Dartão 79 de rolê pela pista, curtindo mesmo a volta.

Dodge Charger 1973 Interceptor do Lauro, faz parte do Dodge Clube de Curitiba.

Dodge Challenger 1973 do Chico, faz parte do Dodge Clube de Curitiba.

Dodge Charger 1968 do Fernando, faz parte do Dodge Clube de Curitiba

Queria mandar um grande abraço a toda galera de Joinville que estava presente junto ao box da Delinquents, todo mundo muito gente boa, toda a galera do Dodge Clube de Curitiba pela recepção.

Neste final de semana acontece o Mopar Nationals 2015 em Águas de Lindóia, estaremos presentes, aguardem a próxima atualização com as fotos e notícias.

Grande abraço,

Otávio Bussmann.

ATUALIZAÇÕES MoparBussmann.

Boa tarde pessoal, já adianto que estava bem desanimado com relação ao meu hobby favorito, DODGES é claro, sabem como é, quando te fazem uma promessa para tal fato de 2 anos que seja, parece que seu cérebro computa aquele tempo e aguarda tranqüilamente, o prazo vence e você cai na fase de que nas próximas semanas você vai praticar seu hobby novamente mas não, as coisas não evoluem como espera, aí surge a fase do desânimo, onde o maior desejo é mandar tudo para aquele lugar e como conseqüência todas as coisas envolvidas não apresentam nenhum interesse, por isso este tempo para atualizar meu blog, peço desculpas a vocês leitores que me seguem por aqui mas foi difícil, até porque como leram, o Dodge preto também sofreu avarias e fiquei literalmente sem andar de Dodge.

O prazo dado foi de 3 meses para realização do serviço, as coisas foram evoluindo de uma maneira bem legal e de repente o carro ficou praticamente 2 meses da maneira abaixo, tomando chuva, desmontado, em uma oficina onde circula muita gente e eu com receio de que não teria ele em casa de maneira comum, haveria empecilhos.

A minha fase animada já havia sido deixada para trás há muito tempo, estava literalmente desanimado quando cheguei na oficina e o carro estava inteiro pintado, foi um dia muito bom, onde o ânimo voltou mas com certa desconfiança.

Os dias foram passando e o carro voltava a tomar forma, parachoques montados, grade no lugar, painel pintado, tudo estava indo da maneira correta, tudo isso se transformou em 8 meses de agonia, ia 4 vezes por semana na oficina.

Por incrível que pareça, o funileiro estava “tocando o pau” nas obras do Dartão.

Até que um belo dia eu notei que tinham alguns carros para serem pintados ao redor e meu carro ainda não estava 100%, tinha mais serviços para serem realizados porém eu já estava no auge do meu desespero, sabem como é, oficina, muitos curiosos, gente que não tem noção do que significa um carro antigo recém pintado, aerossol das pinturas de outros carros e por aí vai, resolvi pegar as rodas que já estavam prontas e montei com pneus “meio-mortos” na dianteira e uns Hossier que eu ganhei do meu amigo Thiago de Maringá, confesso que ficou bem bandido e bonito.

Gostei bastante, ficou melhor que minha expectativa para o serviço realizado, já que não seria uma restauração e sim um levante geral. Ainda tenho vários detalhes para acertar, segue a lista:- Polimento refinado para remover algumas marcas de lixa.- Faixas na altura correta.- Restauração das lanternas traseiras.- Cromo dos parachoques.- Placas novas.- Refazer algumas costuras do banco original, verificar a espuma do mesmo.- Fazer um carpet do assoalho.- Pneus novos (URGENTE).- Substituir a máscara do painel pela que está no Charger.- Fazer um escapamento inteiro novo.Aí sim o carro estará apresentável para ir aos eventos em grande estilo.Em Julho de 2013 saí acelerar o Charger e em uma das minhas visitas, parei para mostrar o motor a um amigo, como estava perto de casa, não coloquei as travas no capô e no caminho mora um cara que tem 2 Opalas, eu sempre passo lá dando uma esticada para provocar um pouquinho, resumindo, abriu o capô e entortou tudo o que tinha ao redor, ficou bem bonito para a minha cara hahahahaha.Desmontei o carro sozinho e de cara já conferi alguns podres nas pontas da caixa de ar e nunca iria remontar o carro assim, então fiquei 6 meses aguardando para envia-lo a oficina do meu amigo Finho, que apesar de estofador (de ponta), está realizando este trabalho com nível máximo de capricho e que ficará responsável para algumas mudanças no veículo em geral, algumas surpresas virão, no melhor estilo Muscle Car bandidagem, principalmente nos acabamentos do veículo.

Esta é a Cb 750four de um amigo aqui de Rio Negro, toda restaurada como se fosse 0km, posando ao lado do Charger.

Abaixo fotos da caixa de ar do lado do passageiro.

Abaixo fotos da caixa de ar do motorista, estava em melhores condições do que a outra.

Bom, mudando um pouco foco dos meus carros mas nunca deixando de citar a marca Dodge, neste último final de semana fui visitar meus amigo da W2Racing Chassis, empresa gerenciada pelo Jeff e pelo Alexandre, especialistas em chassis de carros de corrida, visita esta que seria um churrasco para entrega do Dodge Dart 1971 Pro-Street do meu amigo Glauber de Mauá-SP, um carro feito de acordo com o que há de mais culto e bandido no ramo dos Muscle Cars, foi enviado para o pessoal fazer a gaiola interna, suspensão traseira e todo o assoalho para receber os pneus Mickey Thompson e muitas outras melhorias na carroceria. Fazia muito tempo que eu queria ir até lá, para conferir outro projeto que me chama muita a atenção pois o modelo selecionado foi um Dodge Polara, que até esses dias era discriminado por muitos clubes de Dodge, as vezes até deixado de ser considerado veículo da marca, hoje em dia os olhos mudaram e temos muitos admiradores do irmão menor, eu sou um deles e o que mais me impressiona neste carro da W2 é que apesar de ser um carro de pista, muitos itens originais foram preservados, emblemas, grade, lanternas, faróis, painel e se não me engano vem até um forro de porta em um carro que na minha opinião será o Dodge mais veloz do Brasil.Segue o link W2 Racing Chassis

Abaixo algumas fotos do carro do Glauber, para o meu gosto, perfeito.

Olha a cara do dono babão lá no fundo.

O carro já em Mauá-SP, indo para a funilaria e para receber a mecânica 408-Stroker.

Quem estava presente também era o Ewerson Moscal de Curitiba e o Eric do Landau de SP, com seu afamado Dart 78 azul, onde eu e o Glauber combinamos uma acelerada entre o Charger Preto e o Dart Azul, vale lembrar que o meu carro deve estar pronto para tal acelerada pois o azul ai é bravo que só ele, o Eric é o cara mais figura do mundo Ford, digo Mopar kkkkkkkkk.

Reparem abaixo o Opala 92 Collectors com os selos, emblemas, detalhes “frisinho” e de arrancada, independente de qual carro seja, como é legal ver um carro de pista todo trabalhado.

Saímos da W2 e fomos direto para a oficina do Finho, onde precisávamos colocar o papo em dia, ver o Dodge preto e conhecer os projetos executados por ele e sua equipe, logo de cara, um Monte Carlo 1973 feito no melhor estilo Old School, com interior inteiro em veludo, banco giratório e muito, mais muito acabamento refinado, além de outras raridades como El Camino SS, F100 e Dodges.

Tomamos muita cerveja e falamos muito sobre os projetos a serem executados, idéias de quem realmente entende do negócio, um final de semana muito bem aproveitado.Estava com saudades de escrever aqui, tem muitas coisas para contar em outras publicações, agora pegou fogo no ânimo e vamos em frente neste hobby que agrega muita coisa boa, acho que neste final de semana vou ter a oportunidade de fazer um post sobre um carnaval Dodgístico, creio que farei uns 800 km de Dodge hahahahahahaha, aguardem.Abraços a todos,Otávio Bussmann.

Dodge Charger R/t 1971 – He’s Back.

Boa noite senhores,

em mais uma pausa nas postagens do blog voltei com uma novidade muito boa,

mas antes pretendo me justificar.

Estou sem meus dois filhos, o Dodge amarelo foi para a pintura e aquilo que foi planejado para ser feito em 2 meses está em processo até hoje, resolvi pintar o carro todo e para isto preciso alinhar todas as partes, acho que o resultado final será muito bom apesar da demora, infelizmente esse tipo de processo quando sai do combinado causa muito desânimo e falta de vontade em prosseguir assuntos ligados ao carro.

O Dodge preto estava excelente até eu fazer a besteira de sair com o capô sem as trancas, obviamente esqueci e dei uma ‘aceleradinha’, o que resultou na abertura imediata e injúria dos braços que o erguem. Resolvi tirar os paralamas para recuperar os braços e o que encontro? As pontas das caixas de ar apodrecidas e obviamente que eu não aceitaria montar o carro com estes problemas.

Depois de 4 anos de restauração, enfim o R/t 1971 voltou as suas formas originais e com um leve upgrade em sua motorização, agora consta uma mecânica 360 pol. com câmbio automático que gera em torno de 350cv, restauração esta que teve muitos problemas, trocas de profissionais, prazo de peças e é claro, um caminhão de paciência.

Procurei fotos mas muitas delas estão no meu HD externo pois neste meio tempo troquei de computador então segue adiante as fotos do início da restauração e do seu processo final.

Desculpe não postar muitas coisas sobre os meus carros mas agora que estou voltando a ativa, trabalhei 6 meses em um projeto em que exigia 10 horas diárias do meu tempo, então os Dodges não receberam o carinho que merecem, prometo agilizar boas fotos e novidades.

Problemas aconteceram e devido a eles não poderei estar presente no X Mopar Nationals que acontece neste final de semana em Atibaia-SP, este ano o evento promete, carros cada vez mais refinados inclusive o Boreal Lapeano.Um grande abraço a todos,Otávio F. M. Bussmann.

Dodge Charger R/t 1974 – Branco.

Boa tarde senhores e senhoras (descobri que temos algumas seguidoras também),como estou sem carro moderno tenho de andar de Dodge no dia-dia,então geralmente estão bem sujos e empoeirados,atualmente estou atendendo nos sábados pela manhã e ontem aproveitei para lavar o Dodge preto, a caixa ficou um espetáculo, muito justa, agora só falta colocar os terminais no trambulador para ficar melhor que 0km.

O Dodge amarelo está desmontado, retirei os bancos para dar uma geral e pedi para o torneiro fazer as dobradiças das portas da maneira correta. A tinta já está pronta, conseguimos acertar o tom, ficou lindo.

Bom, sexta-feira estava no trabalho quando recebo a notificação no celular de que o Luis Vital Vianna havia me mercado em uma publicação no facebook, quando acessei fiquei surpreso, uma foto em alta qualidade do meu Charger antes de ser preto, em um evento realizado pelo Chrysler Clube em 2009.

O evento era o almoço de encerramento de ano do clube de 2009, ocorreu logo após meu padrinho comprar o carro do Rodrigo ficando guardado na casa do Moutinho então neste evento ele foi guiado pelo próprio, segundo relatos ele ficou maravilhado com o tipo do carro que na época rodava com o motor atual mas com diferencial 4:10 soldado, então era uma máquina de fritar pneu.

Hoje em dia o carro está preto fosco e com diferencial 3:07 normal, mais longo que a trilogia do “Poderoso chefão” auhauhauhauhauha.

Bom, como o blog fala de assunto relacionados a Dodge, o carro das fotos abaixo está sendo vendido para ser trocado por um Mopar, é um Chevrolet Bel Air 1961, 6 cilindros, funcionando e documentado.

E este Chevrolet 1947 também está vendido, se alguém se interessar favor entrar em contato pelo e-mail, obussmann@gmail.com

E para finalizar, um ensaio fotográfico feito aqui em casa #sóquenão kkkkkkkkkkkkkk.

Abraços a todos e até uma próxima,

Grande abraço.

Otávio Bussmann.

Step One: Re-restauração Dartão 73.

Boa noite senhores, como todos já souberam, neste fim de ano levei uma batida no paralamas do meu Dartão, nada muito sério mas dará bastante mão-de-obra pois comprometeu quase todo o alinhamento da dianteira e havia sido pintado de P.U. anteriormente o que dificulta o acerto da nova pintura e principalmente o brilho.



A primeira etapa foi a funilaria da peça, levei no Zezo aqui de Mafra – SC para realizar o serviço, ele conseguiu acertar a parte superior próximo a junção com o capô e os 3 frisos da lateral, tivemos de remover a peça do lugar então a pintura dos parafusos do cofre do motor foi danificada, consegui acertar o friso e vou mandar para cromar e polir em Curitiba, não sei se na São Leopoldo ou na Phoenix (o que encarece bastante o serviço). Semana passada consegui encostar o carro na oficina para prosseguirmos com a parte da pintura, o carro foi deixado conforme as fotos abaixo.



Hoje fui verificar como estavam os serviços, fiquei um pouco chocado pois a frente toda foi desmontada, vou aproveitar para alinhar toda a frente e pintar todas as partes pretas novamente evidenciando o acabamento das peças e acerto do cofre também.

Serviços a parte do paralama serão feitos também:

– Restauração das lanternas traseiras.
– Remoção de todos os detalhes da lataria, pintura de partes (optei por envernizar o carro inteiro).
– As faixas serão reposicionadas de acordo com o original.
– A grade será pintada de acordo com o original.
– Vedamento dos vidros.
– Polimento e cromo de frisos e maçanetas.
– Restauração das rodas originais rallye (aro 15).
– Troca das placas.

Pedi para o pintor retirar as portas para embuchar as dobradiças, removeu os frisos para levar polir e acertar.

Enfim, dói no coração chegar com o carro todo montadinho e ver ele inteiro desmontado depois de 8 anos de sua restauração e o pior, com expectativa de como irá ficar, sabe Deus se bom, ruim ou uma lazanha.

E o Dodge preto? Saí dar uns galetos e encavalei o câmbio, tive que desmontar tudo, tirei os cachorretes do lugar, travando na terceira marcha kkkkkkk mas no dia do trabalho ele vai voltar a andar.

Não é fácil ter 4 carros e ter de ir trabalhar a pé kkkkkkkkkk.

Abraços a todos e até breve.
Otávio Bussmann.

Propagandas MOPAR !!!

Boa tarde pessoal,
sem muitas novidades por aqui,
a única é o mais novo Dodge de Mafra – SC,
foi comprado do Rio Grande do Sul pelo Adriano “Dodge” Denk e agora é do meu amigo Rafael,
o carro está muito bom, tem alguns detalhes na lataria mas nada que fuja dos locais comuns dos nossos dodges, está com câmbio de 4 marchas embaixo, quadrijet Holley 650 cfm, admissão Edelbrock Performer e agora com rodas Rallye Aro 15 e pneus BfGoodrich 215-255/60/15, o carro estava muito tempo parado então estamos revisando a elétrica, suspensão e alguns barulhos, como eu sempre digo, sou suspeito a falar porque se me aparecerem com um símbolo da Dodge eu já acho maravilhoso então com um Dart 72 “Vermelho Etrusco”Coupe, NOOOSSSA.
Seguem as fotos:

Hoje resolvi tirar o micose da garagem e vim trabalhar com ele, Dodge original é muito bom de dirigir também.

Ví os comerciais do Super Bowl de 2013 (os de valor publicitário mais caro do mundo) e como não poderia ser diferente a Dodge sempre dando shows, apesar de todo ‘americanismo’ e ‘machismo’ as propagandas falam coisas do nosso dia dia, realçando os valores das nossas vidas e não sei porque eu sempre me enquadro em algum trecho das propagandas então fiz uma breve coletânea com os melhores, alguns consegui com legendas.
Comercial da Dodge Ram no intervalo do SuperBowl 2013:

Comercial do Dodge Charger ‘The Man Last Stand”:
Alguns comerciais eu não consegui colocar miniatura então segue o link:
Comercial do Dodge Challenger:

Comercial do Dodge Challenger:
Comercial do novo Chrysler 300C:
Link de um comercial em que foi feita uma campanha OFF-Road:
Comercial da Jeep Cherokee 2005:
É isso aí pessoal,
até a próxima.
Grande abraço,
Otávio Bussmann.

Encontro de antigos Lapa-PR.

 Salve salve rapazeada (tipo o cara da Hornet Branca kkkkkkk),
enfim tenho movimentado meus carros e mais algumas poucas histórias dodgísticas que merecem ser registradas neste ‘diário’ chamado moparbussmann.

Vamos lá.

Em meados de 2002 eu ainda não tinha habilitação (mas já manobrava bastante no quintal) e meu principal meio de transporte era o skate, passa quase todas as tardes praticando esta modalidade e tomando o famoso Tubão com os ‘manos’, em um determinado dia passou na praça um Dodge Dart preto 1973 ou 1974 com as lanternas traseiras da linha 72, lembro que a pintura estava um pouco fosca e só, nunca mais ví o bendito Dodge, isso que eu vasculho todos os ambientes e lendas urbanas que envolvem qualquer coisa que tenha Dodge no meio (aquelas mesmo que dizem que existe um Dodge e é um Opala/Galaxie). Quando meu pai faleceu e estávamos em seu sepultamento lembro-me nitidamente de um único momento, um ronco da lenta de um Dodge V8, quando olhei para o asfalto tinha um Dodge preto, parado e com aquele ronco grave que serviu de trilha sonora para o momento e mesmo sem o dono saber do que se tratava, aquilo prestou uma homenagem para mim e para meu pai o que me emocionou mais ainda. Passaram alguns meses e eu descobri quem era o dono, pedi para darem o recado de que eu precisava muito falar com ele e 3 anos depois recebi a ligação de um amigo dizendo que era pra eu parar o que estava fazendo e correr conhecer o misterioso Dodge P9. Logicamente peguei meu Dartão e acelerei para o local, chegando lá pude conhecer o Chico Zoccola, um cara muito gente boa e extremamente apaixonado pelo carro, que roda apenas envolta da quadra daquele barracão.

Começamos a conversar e quem me conhece sabe, quando me empolgo perco o rumo da conversa, misturo todos os assuntos (escape, estofamento, plaqueta, roda, grade) mas com o tempo fui acertando o ritmo da prosa, expliquei quais eram os detalhes que estavam fora do original, falei sobre as lanternas, rodas, suspensão e todos os outros detalhes. O carro é desde 0 km da família, comprado por seu pai em 1973, foi dado um banho de tinha de portas fechadas mas de uma maneira incorreta mas o carro é extremamente 0km, interior perfeito, tudo em seu devido lugar, recebi uma aula de interior original de Dart, ficando até envergonhado do estado atual do meu.

Levei o Chico andar com o amarelo e ele ficou impressionado, depois que eu mexi no carburador, fiz alguma coisa sem querer que o carro está andando muito, não sei o que é mas está destracionando o fim da primeira marcha e prosseguindo para o começo da segunda, coisa que ele nunca fez, então o cara ficou maluco, quer colocar uma quadrijet no pretão pois não aguenta mais o babão DFV (coisa de Dodge parado, Dodge que anda diariamente não tem este problema).

Por fim conferi a cor preta original no interior do porta-malas, coisa de cinema e no final da conversa ele me explicou que seu pai importava os pneus Wide-Oval para utilizar os pneus originais e não ter de comprar os ‘linguiças’ disponíveis na época, os quais ele me presenteou para colocar de enfeite em minha garagem.

Seguem as fotos abaixo:

Ao lado deste ícone Mopariano tinha guardado neste mesmo barracão uma Chevrolet Caravan Comodoro 1979 com o seu raro interior Chateau, muito zerada, desde 0km da sua tia, pra quem gosta de Opala, um prato cheio.

Acertei para dia 15 de Abril a pintura do paralama do meu Dart, vou aproveitar para acertar a maioria dos detalhes e fazer um espelhamento geral, acertar os frisos, vedar os vidros, fazer escapamento, pintar um pouco do cofre do motor, estou muito ansioso.

No último final de semana aconteceu o encontro de antigos da Lapa-PR e obviamente eu estava presente, reunimos os Dodgeiros no barracão onde pudemos comer alguns quilos de costela e alcatra, além de consumir muito mais combustível do que nossos respectivos Dodges.

Saímos de Rio Negro no sábado, eu, meu primo Thales (F100) e meu amigo Dudu (Harley), fizemos uma viagem bem tranquila, diferente das que eu costumo fazer e quando eu resolvi acelerar passei em um barro que tinha no meio do asfalto e fiz voar uma pedra no para-brisa da camionete o qual espatifou e fez um corte no rosto do motorista, tivemos que parar e limpar toda a sujeira além de estancar o sangramento proveniente do corte, 40 minutos parados e retomamos a viagem.

Chegamos na Lapa e eu como gosto de passear resolvi sair de moto, reforçando mais ainda a idéia de que eu preciso de um Dodge de 2 rodas desses , nada muito além deste modelo, quero uma preto fosco para combinar com o meu R/t, formaria uma bela dupla com a Harley Davidson Iron 883.

Depois de gastar bastante gasolina me falaram que eu precisava comprar coca-cola para as meninas, nada mal fazer um delivery de Dodge Challenger 1972 340 lotado de gasolina Podium.

Passei o restante do sábado no barracão, não ficando muito tempo na praça dos antigos, quando vimos já era noite e estava quase no horário do famoso baile do encontro, o qual eu me lembro muito pouco, tirei poucas fotos dos outros carros, este Maverick branco foi, depois dos Dodges, o melhor carro do evento na minha opinião, ele é todinho original mas tem um motor bem forte, boatos que atropela meu Dodge preto mas eu não quis experimentar kkkkkkkkk, o proprietário dele não é nada mais nada menos que o João Chevônica, um conceituado mecânico de Curitiba.

Abaixo algumas fotos do evento, não fui eu que tirei e sim meu amigo opaleiro Marlon Silveira:

 Lembram deste Maverick GT 1974?

Enquanto o evento acontecia no sábado, outro amigo meu estava em Joinville negociando Dodge e é claro que eu estava envolvido, colocando pressão para ter mais um Dodgeiro em RioMafra, negócio fechado com o amigo Adriano ‘Dodge’ Denk, trocamos a Caravan 4.1/s 1986 neste belo Dodge Dart 1972 Vermelho Etrusco (está com a cor errada) que veio sem as lindas rodas Magnum.
As rodas não foram problema pois eu já estava com este belo jogo de rodas Rallye 15X6,5 e 15X8 para negociar com o Rafael.
E foi isso pessoal, obrigado pelas visitas, comentários e tudo mais.
Um grande abraço eeeeee peraí, olhem mais para baixo,
Tem mais fotos do R/t 1971 pintado, momentos antes de partir para São Paulo para a sua montagem, curtam aí:

Grande abraço,
Otávio Bussmann.