Rio Negro/PR - Brasil

Blog Mopar Bussmann

Mopar Nationals: Sexta e Sábado.


Boa tarde a todos,
como prometido, tentarei escrever sobre o resto do meu primeiro evento a distância.

Sexta-feira:

Tomei um café digno de eliminar o almoço do cronograma do dia e fomos até o posto lavar o Dart e o Charger, retornamos ao hotel e tinha um sol maravilhoso, utilizamos a sombra da placa do hotel como guarda-sol, assim podendo passar um auto-brilho e tomar várias cervejas, estávamos praticamente de porteiros e recepcionistas do evento. Chegaram assim o pessoal do Clava-ES com 4 Dodges, um deles o conhecido Dodgeiro Rafael Meiss (Snoopy Mopar), que já queria comprar o Charger 2011 hahahaha figuraça. E assim foi chegando a galera, que não sei porque parecia que falavam a mesma linguagem, todos sem qualquer ego elevado, parecíamos pessoas de uma mesma família, tipo primos de terceiro ou quarto grau, o que realmente me impressionou. A começar pela dupla brasiliense Giovani e Marcelo com um belíssimo R/t 79, que foram parceiros do evento, aonde pude roubar até uma sombra em uma das barracas mais bem localizadas do evento. Estávamos todos reunidos, os Bussmann (Claret, Eliana, Ronald, Jônia, Otávio, Isadora e as crianças), nosso amigo e mecânico Júnior e assim foi chegando Lincoln, Caccuri, Gustavo, Moutinho, Dodge Clube de Curitiba (Mauro Melo, Waldyr, Cristiano, Alexandre, Raul, Lauro, Chico, Bianco, etc) que já chegou com barraca, churrasqueira, isopor e muita conversa e risada, realmente fazendo a sexta-feira já valer o evento (eu nem sabia como seria sábado), Tânia, Paulo José, Murilo, Maurício (http://showroomimagensdopassado.blogspot.com/), Badolato. A confraternização aconteceu na barraca do DCC (http://dodgeclubecuritiba.com.br/) até as 3 da manhã e mais um pouco na recepção do hotel. Mais uma noite sem dormir de tanta ansiedade, pra mim aquilo estava sendo um sonho, quem conhece a minha história e alguns acontecimentos recentes dela me entende.

Sábado:

O sábado começou com o estacionamento do hotel fervendo, era Dodge por tudo, eu estava em um hospício onde todos tinham a mesma loucura, sem palavras. Fui direto até ao outro pessoal de Curitiba, Marcelo, Finho, Biton, Sérgio e conversei demais, encontrei também Rodrigo Peterlevitz (Tomate), o meu amigo Anderson Felipone, Luciano Lorenzi, Alex Menezes, Alan Bom Jardim, Carlos (que conhece a história quase completa do meu R/t 74). Desci até a barraca e algo estava errado, eu precisava dar uma volta de Dodge, descobri que precisava comprar cerveja e sem que pedissem uma segunda vez já estava com o motor ligado e pude conhecer um pouco de Itupeva. Fiquei tão alucinado que não tirei fotos dos carros no evento, aquele sol estava sinistro e a cerveja ali perto do carro estava muito boa e quando reparei já era hora do passeio na bandeirantes, embarcaram comigo meu tio Ronald, meu primo Daniel e o Paulo, aquela saída estava linda, vários dodges saindo fritando e é claro que eu fui tentar fazer graça, mas acho que o ponto do meu carro está um pouco atrasado, foi realmente um fiasco huahuahuhuahua acho que se eu tivesse na platéia teria dito “o motorista do Dart amarelo é um barbeiro”. Estava uma loucura, de repente o trânsito parou e eu fiquei em cima de uma poça de água, quando veio um comentário de um Dart verde me intimando pra dar uma fritada, era o Dodgeiro Rodrigo Guedes, novamente outro fiasco meu, parecia que eu estava de carro 1.0. Chegamos até a rodovia no comboio e aquilo começou a dar medo, todo mundo queria fazer cagada, eu inclusive, mas decidi sair do bolo e ir com o pessoal da ponta, comecei a acelerar e já estava beirando os 160km/h quando veio um Charger R/t 1975 meio bordô, acho que era vermelho azteca, me atropelando, acredito que estava a uns 180km/h, eu arreguei é claro. Paramos no posto e eu não sabia o que fazer, era muita coisa pra raciocinar naquele momento. Conferi o motor do carro pra ver se estava tudo bem ainda e fiquei sentado esperando a saída. Saímos do posto e novamente fui pra ponta, achei o Lincoln e começamos a acelerar, não sei o que tem no motor daquele R/t 71 porque estava difícil de acompanhar, sei que passamos um Ferverick Gt branco a uns 170km/h e é claro dando bufadas no ouvido do Fordeiro. Retornamos ao encontro e já fiquei esperando a chegada dos Dodges, esperando ver algum burnout mas ninguém fez bonito auhuahuahua.

A tarde já estava indo embora quando encontrei o Cajú (http://dart72.blogspot.com/), grande figura e entendedor Dodgístico, passamos algum tempo conversando e fomos até a Crackolândia (lá onde tem produtos onde vc deixa todo o seu dinheiro), tinham coisas com preços excelente, eu como estava com a corda no pescoço só apreciei uahuahuahuahua. Olhei no fundo do hotel uma fumaceira, sai correndo e pude presenciar um das cenas mais bonitas, um Dart acho que 76 com motor 440 fazer um fritão de Bfgoodrich que chegou a pegar fogo nos pneus, incrivel, pena que deu rolo com os chatos do hotel. A noite foi chegando e fui convidado a conhecer a garagem do Fernando Vidal, sem palavras, o sonho de todo Dodgeiro, coisa de cinema e uma excelente oportunidade proporcionada pela Tânia. Cheguei no hotel, fui tomar um banho e assistir as lutas do UFC, já que a maioria do povo estava dormindo, terminou a luta do Anderson Silva sai do hotel e fui olhar o Hopi Hari, olhei para o meu tio Ronald e disse “Vamos pra Bandeirantes?” sem pensar 2 vezes embarcamos no Dodge, a Rodovia estava vazia, ninguém na frente, ninguém pra trás, PÉ NO FUNDO, luzes apagadas uahuahuahuaa estava praticamente fazendo uma filmagem do filme Death Proof, emocionante. Paramos abastecer e na hora de fazer o retorno coloquei uma segunda e entrei novamente na rodovia com o Dartão atravessado, já era filmagem do Corrida contra o destino, mas em padrões bem menores auhuahuahuahu.

Vou deixar o domingo para a próxima postagem, senão acabam as histórias e fico novamente sem atualizar, o que muita gente veio me chingar auhuahuahuaa. Obrigado pessoal que falou do blog comigo, fiquei muito feliz em saber que estas histórias são acompanhadas pelos Dodgeiros de todo Brasil.

Se eu esqueci de alguém por favor se pronuncie.

Grande abraço a todos,
Otávio F. M. Bussmann.


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