Peças.

Pessoal,
estou colocando a venda algumas peças que tenho,
desculpem a qualidade das fotos mas tirei com pressa, se alguém tiver interesse me manda um recado que tiro foto de todos os detalhes de cada uma.

As calotas de Charger americano eu tenho 3.

Grande abraço a todos,
Otávio F. M. Bussmann.

Prêmio.

Boa tarde a todos,
venho através deste informar a nova premiação do Dodge Charger R/t 1975, para os íntimos “Getúlio”, no 20 encontro sul-brasileiro de carros antigos categoria “destaque anos 70”. Parabéns Padrinho Claret e ao Getúlio.

Mais fotos aqui.


Grande abraço a todos,
Otávio F. M. Bussmann.

Mais algumas MoparLapa.

Boa noite a todos,
olhem abaixo que coisa feia ficou o amarelo sem as calotinhas, depois que eu coloquei ficou nota 10.

 

Os Dart’s da família Bussmann:

Emprestei meu Dodge para a foto uahuahuahuahuahuahuahua.

O Dodge das meninas:

Bussmann’s de Maringá:

O SE está muito em pé, conheço este carro desde que me conheço por gente, aos 13 anos eu era o único que não deixava acabar a bateria (a gasolina sempre) acabar pois ficava dirigindo horas dentro do quintal, a grama chegava a queimar de tanto que eu ficava parado com o motor ligado só ouvindo o bufo, ainda tinha um excelente e desregulado carburador de Galaxie auhuahuahuahu, rodas Magnum, motor azul calcinha brilhante, grade e lanternas do 75. Hoje em dia tem mecânica nova e FORTE, grade e lanternas originais, branco ipanema correto, pneus Cooper e ainda tem muito para evoluir, o problema é que o proprietário tem uns 10 Dodges e só tem tempo para o SE a cada semestre uahuahuahuahuahua. Veio de Maringá rodando e fazendo sucesso. Parabéns Tio Ronald, só quem é Dodgeiro de verdade sabe o que é encarar 900 km de Dodge com sua família e confiar na máquina.

Um abraço a todos e um em especial para o meu tio Ronald.
Otávio F. M. Bussmann.

Novidades e MoparLapa.

Boa tarde a todos,
como podem imaginar após o último post estou muito feliz,
meu Dodge ficou pronto e superou minhas expectativas, não tenho palavras para descrever a confiança que este serviço bem executado me proporcionou, seguindo a idéia do meu padrinho de que o barato sai caro resolvi levar o carro no Andrey e posso garantir que vale muito pena.
O carro está amaciando e o diferencial ainda é de Dodge automático (3:07) ou seja, com o giro limitado a 3900 rpm não está tão divertido ainda pois o comando dele é 284X294 e começa a ficar legal aos 3500 rpm. Estou pensando e é quase certo de que colocarei o o 3:54, pois penso em viajar até a Lapa meio que direto e mais curto que isso, acho que fica um pouco chato de pegar estrada, aceito sugestões sobre o diferencial pois sou leigo no assunto teórico e prático.
Peguei o carro na sexta-feira dia 28 às 20 horas e fui pra casa (em Curitiba), estacionei e subi para jantar, já tinha planejado pegar uma festa mais tarde e assim foi, comi, me arrumei e quando cheguei na garagem, adivinhem? Vi o Dojão lá no fundo, querendo andar, não pensei duas vezes e mesmo sem poder ligar a luz (ventoinha+luz = falta de faísca para queimar o combustível, já estou pesquisando alternador para substituir) saí de casa só na meia luz. Andei toda a Curitiba torrando todo o $$ da balada em gasolina e acertei em cheio, cheguei em casa as 3 da manhã e conclui que Dodge na madrugada APAVORA !!!.

Sábado de manhã abasteci novamente e parti para a Lapa, ansioso para o primeiro MoparLapa e agora na estrada, com este diferencial longo e sem velocímetro, liguei o GPS, coloquei a 4a marcha e acelerei até os 3900 rpm, 145km/h e empurrando os carros modernos.
O evento foi um sucesso, reunindo todas as culturas da linha Dodge (frisinho, street, hot, rat e utilitários), todo mundo empenhado e mesmo com a chuva constante ninguém desanimou, pudemos contar com Dodgeiros de SP, PR e SC.
A maioria das fotos foram tiradas pelo Lincoln, confiram.

R/t 80 – R/t 74 – R/t 75 – Cherokee SRT8 08 – R/t 72 – R/t 71 – LS 71 – Charger 71 – Pontiac 62

Dart 74 Verde Floresta.

No domingo voltei para Curitiba seguindo orientações do meu mecânico, pois iria trabalhar no carro, fiz uma viagem excelente mesmo com trânsito.

Segunda-feira pela manhã fui até a oficina e ele me disse que só iria trabalhar no carro quando tivesse as peças do diferencial então decidi trazer o carro para Rio Negro pois quero amaciar o motor, coloquei R$100,00 para viajar até aqui e juro por tudo que é mais sagrado, cheguei aqui só nos vapores de gasolina (uma média de 2km/l).

Eu acho engraçado como depois destes encontros o ânimo aumenta, não trabalhei segunda, terça e quarta no consultório então dediquei o tempo aos Dodges, coloquei as calotas no amarelo e deixei ele limpo e no preto troquei alguns fios da ignição e limpei vários detalhes além de remover um pouco de ferrugem das caixas de lanterna.

Visita do meu amigo Guto Wibbelt com sua Caravan 76 250-s com pintura original, nada mal para um Opala uahuahuahuahuahuhauhaua.
Os meninos em seus berços.
É isso aí pessoal, muito obrigado pelas visitas, aguardem novidade e vídeos do menino.
Grande abraço a todos,
Otávio F. M. Bussmann.

E não é que voltou !!!

Boa noite pessoal, venho através deste informar que o Charger R/t 1974 Preto está em minhas mãos, ainda não foi finalizado, está em fase de acertos então volta pra Curitiba no domingo, já estou muito feliz e dirigir o carro me deixa tão ansioso que não penso em nada e não consigo raciocinar outras informações, apenas prestar atenção no ronco suave do seu motor. Ontem eu estava de carona mas mesmo assim tive o prazer de ver um Dodge deixando um Audi 180 praticamente parado, Golf Gti e uma Dakota R/t, o Andrey deixou o shift em 3900 RPM para amaciar, mas ainda falta ignição ou seja, tenho um futuro investimento.

Curtam as poucas fotos e o pequeno vídeo.

Amanhã vou para o MoparLapa auhauhaua quero só ver, acho que vai ser sinistro.
Grande abraço,
Otávio F. M. Bussmann.

Logo Logo

Antes: 
Depois:

É isso pessoal, com passos curtos o Dodge preto está tomando forma, acho que até sexta estarei na estrada rumo ao MoparLapa.

Grande abraço,
Otávio F. M. Bussmann

Foto.

Esta foto saiu mais barata e mais bonita do que todas do meu álbum de formatura, pensa em um fotógrafo bem posicionado.

Sem novidades pessoal, acho que dia 29 o 74 vai pras ruas.

Por 3 dias eu não precisava pagar esta multa pqp.

Abraços,
Otávio F. M. Bussmann.

*Acertei até no horário da postagem.

Dodge Super Bee 1970.

Caros amigos Dodgeiros,
ontem após escrever aquele monte de “encheções de linguiça” recebi um e-mail que me deixou muitíssimo contente.
Meu padrinho Antônio adquiriu um Dodge Coronet Super Bee 1970 que está embarcando daqui 15 dias para o Brasil.

No post anterior troquei o nome do carro do Mauro que é Road Runner por Super Bee e aqui está a a explicação uahuahuahuahuahuaua.

Não tenho muitas palavras pois isto é um sonho para mim.

Um grande abraço,
Otávio F. M. Bussmann.

Arquivos de dispositivos móveis.

Boa tarde pessoal,
há uns 6 meses eu tinha 3 celulares pré-pagos, nenhum deles eu comprei, todos “doados” por familiares, nenhum funcionava direito e muito menos tiravam fotos. Adquiri um telefone com uma câmera boa e após pensar em como fazer esse post eu percebi que foi uma excelente aquisição. Não tenho muitas palavras para escrever, apenas algumas imagens que ao longo destas 3 semanas sem atualização capturei por ai.
Estava em Curitiba onde faço minha especialização em Odontopediatria/Saúde Coletiva e indo até a universidade vi de longe um automóvel com uma cor de “vão de cerca” e grande em cima de um guincho, eu acredito que as curvas dos dodges devem ficar memorizadas em algum canto do cérebro pois a rapidez em que diagnostiquei o veículo foi impressionante, tive que acelerar e costurar o trânsito para chegar até o guincho. Ao me aproximar eu já acreditava que seria um Charger R/t 79 pela cor e pela pintura de outro tom entre as lanternas, quando cheguei ao lado vi as escritas totalmente fora dos padrões originais mas que por algum motivo foram colocadas, então eu tenho quase certeza de que era um Charger R/t 1979 a caminho de alguma residência ou oficina, pela placa veio de longe Sertanópolis-PR, isso é coisa de algum Dodgeiro com propensão à garimpo.

Sexta-feira sai da aula e liguei direto para o Andrey, mecânico que está fazendo o R/t 74, infelizmente não estava na oficina então mudei a rota para a oficina do Finho, onde tinha certeza de que algumas preciosidades iria encontrar, pude ter algumas horas de conversa e tirar mais fotos da Plymouth (a mesma de um post antigo (http://moparbussmann.blogspot.com/2011/09/1955-plymouth-belvedere.html), vi também 2 outros Hot’s, Magnum 1979, R/t 1978 Vermelho Verona, Dodge Dart GS 1974 Azul, Dodge Dart 1973 e um Le Baron que eu não sei o ano.

No sábado fui até a praça de Espanha, chegando avistei um Dodge Dart 1975 que eu acreditava ser do Cristiano mas quando me aproximei descobri que era do Lucas, antigo proprietário de um R/t 75 maravilhoso e forte que foi vendido para a aquisição deste Dart que é idêntico ao que seu pai tinha, exceto pelo câmbio que era na coluna. Nos apresentamos e tivemos uma longa conversa sobre nossos carros, os quais possuem um valor sentimental gigantesco.

Apreciei também o Charger R/t 1978 Azul Capri que era do meu amigo Maurício Moutinho de São Paulo, conhecia o carro apenas por fotos e pude ter a certeza de que é maravihoso, atualmente o carro se encontra no Paraná, não sei em qual cidade está nem o nome do proprietário, mas de qualquer maneira uma excelente aquisição.

Estava de conversa quando vi algo “laranja” se aproximando, eu não acreditava que seria um Charger R/t 1971 pois o único que eu conhecia em Curitiba neste estado é do Thiago e pelo que sei ele está na Australia. Quando o carro parou eu comecei a “assuntar” sobre sua história e fui descobrir a procedência, resumindo, esse carro, nós (Dodge Clube da Lapa) tivemos a oportunidade de adquirir mas na época, 2005 se não me engano, pedimos para um amigo ver o carro, o qual não sabia as características originais dos Dodges e soltou a seguinte afirmação ao “picareta”, “Este carro não é um Charger R/t, pois o Charger tem 4 faróis e uma divisão no meio da grade, você está me enganando” e depois deste dia, não tivemos mais contato com o “picareta”, nem com o proprietário. Atualmente o carro se encontra com uma senhora que eu também não sei o nome. Tem alguns itens fora dos padrões de originalidade que todos os Rt/s 71/72 merecem (no meu ponto de vista) mas não deixa de ser um Boreal do ca*****.

Abaixo o Plymouth Road Runner 1969 do Mauro Melo, esteve no Mopar 2011.

Mais algumas fotos dos melhores Dart’s que eu conheço, o carro do Cristiano é com as rodas Magnum e o do Lucas está de calotas.

Neste última sexta-feira meu vizinho veio me procurar me oferecendo um Dodge 1977, é claro que eu fui conferir e certamente seria um Polara. Eu desejo um Polara faz algum tempo mas este está um pouco acabado, pensei em adquirir, afinal custa R$1500,00 e com o motor original, o que vocês acham? Vale a pena?

Também na sexta resolvi lavar o Ford CustomLine 1954, estava com alguns anos de limo em cima, depois de conferir o resultado da Plymouth tive a idéia de transformar ele em um “Rat” afinal o carro ainda anda e com aquele motor V8 292 acho que vai ficar legal pois tem um ronco bem característico.

Fui também ver o novo Opala SS, de Dodge é claro, o carro é maravilhoso, meu número, mas ainda não cabe uahuahuahuahuahuahuahu e se um dia tiver $$ será uma Challenger.

É isso ai minha gente, obrigado pelas visitas e até a próxima.
Grande abraço,
Otávio F.M. Bussmann

Alguns ídolos.

Boa tarde pessoal, estive neste final de semana mais uma vez na Lapa, lá é meu segundo lar como podem perceber, onde tenho meu padrinho, madrinha e muitos amigos onde posso ficar literalmente em casa. Conheci o Vice-presidente do Veteran Car Club do Paraná, Claudio Maiolino e pudemos tomar umas cervejas, falar dos antigos em geral e de sua imensa vontade de adquirir para sua seleta coleção um Dodge, já confirmei presença no 20 encontro sul brasileiro de veículos antigos. 
Encontrei o Opala Clube de Araucária (Marcos Rodacki, Ayrton Takada e Alisson de Almeida), tivemos uma descontraída conversa sobre Dodges X Opalas e é claro que mesmo sozinho eu estava com as piadas na ponta da língua, uma delas foi dizendo que iria comprar um Opala para explicar aos meus convidados que chegam aqui em casa da seguinte maneira “Esta merda é um Opala, não confundam nunca com um Dodge” uahuahuahuahuhuaa mas só como provocação pois tenho muito respeito aos Opalas e é claro reconhecendo sempre sua inferioridade auhauhauhauhua brincadeira. 
Estavam no barracão o Charger 1971 e o Pontiac Tempest Le Mans 1962. Retornei agora pouco e ainda pude curtir umas curvas fechadas de Dodge, derrubando uns 5 litros pelo tanque, com certeza a melhor segunda-feira depois do Mopar Nationals.

 Este “Scoop” ficou horrível e não foi feito por nós.
Estrada da Lapa vazia, sensacional.
Fiz uma pequena seleção de uns vídeos onde aparecem alguns ídolos Dodgeiros do Brasil e EUA, acredito que o povo da minha idade que não tenha algum tipo de influência familiar ou de amigos raramente admiram as músicas e história do Roberto Carlos, eu até conhecer o filme “Roberto Carlos a 300 km/h” achava ele um chato pois a Rede Globo não exibia detalhes da sua história, pelo menos que eu tenha visto. Hoje em dia sei admirar seu trabalho de verdade e depois de uma entrevista como essa com certeza tenho muito a descobrir. Postei também um videoclipe da banda Audioslave em homenagem a James Kowalski e um trecho da regravação do filme Vanishing Point.

Espero que tenham gostado.

Grande abraço a todos,
Otávio F. M. Bussmann.