Posted on setembro 16, 2020 by blackfrog -
O Dodge Super Bee foi um muscle car da Dodge[1] divisão produzida a partir de 1968 através de 1971. o Super Bee foi baseado no Dodge Coronet, um modelo de 2 portas e só foi produzir entre 1968 e 1970. Foi o preço baixo do muscle da Dodge,o equivalente a Plymouth Road Runner, que teve um preço de $3,087. Disponível com motor Hemi, esta opção aumentaram 33%, só foram vendidos 125 modelos com este motor opção. O Super Bee incluía uma suspensão pesada, um A-833 opcional Mopar quatro velocidades transmissão manual, com pneus de alto desempenho, e uma ilustração (uma abelha) acondicionada em torno da cauda.
Um “pacote de seis” (dois-três carburadores barril) versão do motor 440 foi acrescentado à lista meados do ano. Este motor foi entre o padrão motor Hemi e os 463 dólares como uma opção. O ano 1969 modelo deu clientes e vários motores para escolher, a base 383hp (alto desempenho), 440 seis pack, e aos 426 Hemi. O 440 Magnum (4bbl) não estava disponível como uma opção, foi reservado para a Coronet R / T.
Em 1970, o Super Bee foi dado um olhar diferente front-end que constou de uma dupla grade ovalada que foi referido como “as asas do Bumble Bee”, este novo olhar desligado muitos compradores. Apesar da nova aparência, os motores, bem como o (“ramcharger” capuz que transitaram de 1969 modelo) mergulharam de vendas para o modelo 1970. Dodge também produzir em 1970, 4 Super Bee convertíveis, o abouts-se dos 4 carros são desconhecidas.
Posted on setembro 16, 2020 by blackfrog -
O Magnum é um veículo tipo coupe de porte médio-grande da Dodge.
No Brasil o Dodge Magnum foi um carro produzido pela Chrysler do Brasil de 1979 a 1981, para a substituição dos Dodge Dart Gran Coupe, descontinuados desde 1975.
Todo os Dodges V8 do Brasil, o Magnum incluído neste artigo, são baseados no Dodge Dart 1968-1969 dos Estados Unidos da América (EUA), com carroceria chamada de A-Body e com o motor V8 de 318 polegadas cúbicas (nos EUA era considerado um modelo compacto).
Os modelos de Dodges V8 (coupé ou sedan) de 1979 a 1981 (Dart, Charger R/T, Magnum e Le Baron, foram feitos com novas frentes e traseiras a fim de ficarem semelhantes ao Modelo Dodge Dart Swinger 1970 a 1976 dos EUA, com um pequeno diferencial na grade frontal do Modelo Magnum (coupe) e LeBaron (Sedan) que possuíam uma Grade Única, exclusiva (em fibra de vidro), fabricada apenas no Brasil a fim de parecerem mais requintados.
O ano/modelo 1979 ao 1981 vinha com rico acabamento fazendo questão do uso de cromados, nas calotas, para-choques, frisos, e detalhes. Seu acabamento também era considerado no Brasil como um grande requinte, tendo teto em vinil de várias cores, e opcionais como ar condicionado, cambio automático, teto solar e pneus radiais. O espaço interno era semelhante, mas não maior, que no Dodge LeBaron, um Sedan com 4 portas com a mesma grade frontal, por ser um Coupé. Os Dodges Sedan (todos os V8 do Brasil, os modelos Dart, Dart de Luxo e o LeBaron) eram por definição alguns centímetros mais altos que os Coupés, isso se verifica claramente nos tamanhos dos vidros de para-brisas e de vigias.
No fim de 1978, a Chrysler do Brasil já apresentava e começava a fabricar alguns modelos Dodge Magnum, já como modelo de 1979.
Unidades produzidas no Brasil
- 1978: 833 unidades
- 1979: 1208 unidades
- 1980: 78 unidades
- 1981: 127 unidades
Posted on setembro 16, 2020 by blackfrog -
O Challenger é um modelo desportivo de duas portas de tamanho médio da Dodge. A sua produção iniciou-se em 1970. Partilhando a sua plataforma (E-Body) com o Plymouth Barracuda o Dodge Challenger impressionou pela sua vasta gama de motorizações. A versão R/T (Road/Track) dispunha de motores, todos eles V8 desde o de 335cv, o de 375cv, com um carburador de quatro corpos, Magnum 440 e o topo de linha 426 Hemi V8 de 425cv. A Dodge ainda construiu a versão T/A (Trans Am), a qual era vendida quase idêntica à que a Dodge competia no campeonato Trans Am.
O primeiro carro que levava o nome Challenger foi a introdução no meio do ano de 1959 uma edição limitada de Dodge Challenger Prata. Este foi um modelo de seis cilindros ou V8 disponível apenas na pintura de prata e apenas em um corpo de duas portas. Ele veio com recursos extras, sem nenhum custo, incluindo pneus premium parede branca, as tampas das rodas completas, limpadores de pára-brisas elétricos, bem como um interior atualizado com tecidos de luxo e de parede a parede carpete profundo.
Em 1971 o Challenger foi reestilizado, tendo também devido às leis de emissão de gases, ter reduzido a sua potência. 1972 foi um mau ano para o Challenger, tendo a Dodge acabado com a versão conversível e a R/T. A versão mais potente do Challenger oferecia agora modestos 440cv. Em substituição do R/T a Dodge lançou a versão Rally, com parcos 150cv. Em 1974 o Challenger desapareceu, deixando saudades por todos os entusiastas deste modelo da Dodge.
Em 2006 a Dodge construiu um carro conceito denominado Challenger Concept, que trouxe de volta o Challenger equipado de um motor Hemi V8 de 425cv. Sucesso de vendas nos Estados Unidos. O carro é importado também ao Brasil. A velocidade maxima dele pode chegar a 320 km/h e vai de 0 a 100 km/h em 3.5 segundos.
O modelo também tem uma nova versão para 2015.O Challenger hellcat conta com um supercharger que proporciona 717 (hp) cavalos de potência,usando gasolina de competição.Em 1971 o Dodge Challenger participou do filme Vanishing Point sendo o “getaway car” (carro de fuga) do filme.
Posted on setembro 16, 2020 by blackfrog -
No Brasil, o Dodge Charger R/T, foi fabricado até 1980 utilizando a carroceria do Dodge Dart como base (modelo igual ao Dodge Dart americano de 1969), e adereços especiais como grade fontal diferenciada (diversas versões ao longo dos anos), extensões na coluna traseira (alongamento extra dando aparência de maior agressividade/esportividade), teto em vinil na mesma cor do seu acabamento interior, rodas Magnum (opcionais), pneus radiais (opcionais), falsas entradas de ar no capô, motor de alta compressão e 215 cavalos de potência, faixas e interior em couro, dando um destaque único ao Dodge Charger brasileiro, e com alguns detalhes inexistentes nos modelos americanos e australianos, mas em nada semelhantes pois eram baseados na carroceria A-Body diferentemente dos modelos Charger americanos originais (B-Body) além de um motor de 318 polegadas cubicas (ou 5.2 litros) chamado de small block contra 383 até 440 polegadas cubicas dos americanos chamados de big block, em resumo não era de fato um Dodge Charger, o brasileiro era de fato um Dodge Dart modelo Charger. Usaram o nome Charger para promover maiores vendas com muito sucesso, pois desde a sua entrada em produção em 1971 até 1978 era o modelo de maior vendagem da linha de Dodges V8.
O Dodge Charger foi uma proposta básica do Charger R/T, mas com equipamentos básicos do Dodge Dart como calotas, pneus diagonais, bancos inteiriços, e interior em curvim, tendo todos adereços de série do Charger R/T como opcionais: motor de 215 cavalos, rodas especiais (opcionais), e interior com bancos separados (mas não de couro e sim, curvim e jersey).
Em 1973 a Chrysler do Brasil passou uma denominação oficial para distinguir o Charger do Charger R/T, ganhando o sobrenome LS (Luxo Sport).
Em 1975, foram fabricados apenas 55 unidades da versão LS, tornando uma raridade existente apenas no Brasil. Neste ano também foi o auge (maior sucesso de vendas) da produção de Dodges V8 no país, encabeçados pelo modelo Dodge Charger R/T, o modelo mais desejado.
Em 1979 o Dodge Charger R/T inovou no Brasil ao ser o primeiro modelo de linha regular a oferecer rodas de liga de magnésio como padrão do modelo (atualmente item raro e cobiçado). O modelo Charger R/T foi descontinuado em 1980 devido a pouca saída (baixo número de vendas), pois o modelo de Dodge mais cobiçado e vendido na época era o modelo Dodge Magnum que foi recebido pelo público em geral como sendo mais esportivo (apesar de ser de fato o modelo mais voltado ao luxo, substituindo do Gran Coupé).
Posted on setembro 16, 2020 by blackfrog -
O Dodge Dart (dardo, em português) foi um automóvel feito pela divisão Dodge da Chrysler, entre 1960 e 1976. O Dart foi introduzido como um carro grande em 1960; em 1962 tornou-se um carro de tamanho médio e, finalmente, foi produzido em versão compacta entre 1963 e 1976. A Dodge utilizou o nome Dart nos anos 50, para um carro com chassi Ghia, numa exposição de carros.
Brasil
No Brasil o primeiro modelo saiu somente na versão Sedan, ou seja, modelo 4 portas (o coupé saiu em 1971) sendo que nesse mesmo ano foi eleito o carro do ano, segundo a Revista Autoesporte – principal publicação especializada da época.
Possuía o maior motor até então fabricado no Brasil: V8 de 318 polegadas cúbicas (5.212 centímetros cúbicos) a gasolina. Desenvolvia 198 HP (SAE) a 4600 rpm e 41,5 mkgf de torque a 2400 rpm. Alcançava a velocidade máxima de 180 km/h, criando assim uma faixa de luxo entre o Ford Galaxie V8 292 e o Chevrolet Opala 6 cilindros em linha 3800. Nos modelos Charger LS ele ganhava escape duplo chegando a 205 HP (SAE), e no Charger R/T, além dos itens mencionados no modelo Charger LS, ganhou também uma maior taxa de compressão (8,4:1) para uso de gasolina azul de maior octanagem, sendo o mais veloz e potente carro nacional, recorde (apenas em velocidade) que só foi quebrado no anos 90 com o Fiat Tempra Turbo.
O Dart foi o modelo-base para os outros automóveis fabricados na família Dodge no Brasil, que mudavam conforme o estilo e o acabamento. Os modelos fabricados no Brasil a partir de 1971 diferiam do modelo americano principalmente na estética frontal e traseira, porém a engenharia da motorização era a mesma utilizada nos modelos importados (original do Dodge Dart americano 1968-1969 com motor LA318).
Era concorrente direto no setor de luxuosos do Ford Galaxie e dos esportivos Ford Maverick e Chevrolet Opala 250-S.
Consumo: 6 km/l. (média de 4 a 7,5 km/l)